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O Federal Reserve anunciou há pouco as novas taxas de juros para os Estados Unidos, conforme a expectativa do mercado financeiro, o aumento de 0,25% na meta de taxa básica de juros para uma nova faixa de 1,5% a 1,75%. Com isso, a taxa efetiva dos fundos federais em torno de 1,63% é a maior desde setembro de 2008, quando do estouro da crise econômica dos Estados Unidos e que contaminou o resto do mundo. A alta é a sexta desde a crise financeira.

No comunicado, o Fed destaca a base de 12 meses da inflação, que tanto a global como a inflação para itens que não alimentos e energia continuaram abaixo de 2%.

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“As medidas de inflação baseadas no mercado aumentaram nos últimos meses, mas continuam baixas; medidas baseadas em pesquisas de expectativas de inflação de longo prazo são pouco alteradas, no balanço. O Comitê procura promover o máximo emprego e estabilidade de preços. As perspectivas econômicas se fortaleceram nos últimos meses.

O Comitê espera que, com novos ajustes graduais na política monetária, a atividade econômica se expanda a um ritmo moderado no médio prazo e as condições do mercado de trabalho continuem fortes. A inflação em uma base de 12 meses deve subir nos próximos meses e se estabilizar em torno do objetivo de 2% do Comitê no médio prazo. Os riscos de curto prazo para as perspectivas econômicas parecem mais ou menos equilibrados, mas o Comitê está monitorando de perto a evolução da inflação.

A postura da política monetária permanece acomodatícia, apoiando assim
fortes condições do mercado de trabalho e um retorno sustentado à inflação de 2%.

No entanto, a trajetória real da taxa dos fundos federais dependerá das perspectivas econômicas informados pelos dados recebidos”, fecha o comunicado.

Votaram: Jerome H. Powell, Presidente; William C. Dudley, vice-presidente; Thomas I. Barkin; Raphael W. Bostic; Lael Brainard; Loretta J. Mester; Randal K. Quarles; e John C. Williams.


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