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Os mercados acionários globais fecharam sem direção nesta quarta-feira, com os investidores atentos para as questões políticas, que se misturam com as econômicas, em meio às incertezas promovidas pelos Estados Unidos e as medidas protecionistas do presidente Donald Trump.

Ainda sem uma definição em relação às questões comerciais com vários países, o que se viu foi a China tentando ser mais flexível para conseguir tarifas mais baixas para o aço e o alumínio. Já o México decidiu bater de frente e taxar tarifas também para uma série de produtos.

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Enquanto nada disso se resolve, as incertezas tomam conta dos mercados financeiros, que seguem marcados pela volatilidade, em especial os asiáticos, e com a moedas ganhando força ante o dólar.

Nesta quarta-feira, os índices de peso nas bolsas da Ásia fecharam em alta, com as ações de tecnologia e montadoras. Em dia de poucos indicadores, o foco foi novamente o fechamento de Wall Street. O iene disparou ante o dólar.

Na Europa, os mercados acionários fecharam sem direção. Os ruídos de que o Banco Central Europeu – BCE já está discutindo o início do fim do programa de flexibilização quantitativo também despertou a cautela. Considerando que o clima político e econômico da Itália ainda está no destaque.

Nos Estados Unidos, enquanto se preparam para a reunião do Federal Reserve na próxima semana, os investidores partiram para as compras nesta quarta-feira. Os bancos foram os destaques, em meio aos indicadores econômicos de hoje reafirmando o fortalecimento econômico.

Por aqui, o vilão foi o dólar, tanto o comercial quanto o turismo. Mesmo com as intervenções do Banco Central do Brasil – BCB , a moeda ganhou força ante o real e o dólar turismo rompeu os R$4,00.

A bolsa de valores, por sua vez, não conseguiu ganhar força e o Ibovespa ficou novamente em queda. O quadro político segue azedando o humor dos investidores.


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