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O Brasil quase parou com a greve nacional dos motoristas de caminhões iniciada na última segunda-feira (21). Porém, o que era para ser uma advertência acabou se tornando uma das maiores paralisações desde o final da década passada. Nem mesmo as propostas apresentadas nesta quinta-feira (24) pelo Governo Federal e pela principal envolvida na questão, a Petrobras, conseguiram convencer a categoria a desbloquear as principais rodovias do País e voltar para as atividades.

O objetivo dos grevistas em forçar a Petrobras a mudar a política de preços adotada no ano passado, que acompanha os preços do petróleo nos mercados internacionais e com a variação cambial, foi parcialmente atingido. Entretanto, o que havia sido acordado entre o Governo Federal e os representantes dos manifestantes não foi cumprido.

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Nesta sexta-feira, o presidente Michel Temer fez um pronunciamento, anunciou um Plano de Emergência e convocou a Força Nacional para acabar com os bloqueios e, ao mesmo tempo, convocou os governos estaduais para agir também.

O rescaldo de cinco dias de movimento nacional já dá sinais claros do impacto nos números do Produto Interno Bruto, segundo o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia.

Nesta noite, o ministro da Defesa, General Silva Luna, também deu detalhes sobre como as Forças Armadas vão atuar durante a vigência do decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), em cumprimento à Plano do presidente da República.

Diante desse cenário, o mercado financeiro doméstico patinou ao longo da semana. A bolsa de valores despencou, com as ações da Petrobras atingindo uma de suas maiores desvalorizações no pregão de ontem, mais de 14%, e acabou arrastando os demais papéis de estatais.

Na semana, o índice principal da bolsa brasileira derreteu 5,04%, um de seus piores resultados desde o impeachment da ex-presidente, Dilma Rousseff, e da delação dos irmãos Batista da JBS.

O dólar comercial, que ensaiou forte valorização ante o real, acabou por fechar a semana em queda com as intervenções do Banco Central do Brasil – BCB nos leilões de swap cambial e rolagem.

Voltando aos mercados acionários globais, na Ásia, os índices regionais fecharam a semana como começaram; sem direção única. O foco ficou nas discussões comerciais entre a China e os Estados Unidos. As ações de tecnologia ficaram de lado e as de telecomunicações, como as da ZTE no centro das discussões do governo norte-americano, ficaram de lado. No Japão, o destaque foi a alta do iene ante o dólar.

Na Europa, ainda em clima de festa de casamento real, o humor dos investidores azedou. Na maior parte da semana o radar ficou nos Estados Unidos, com as discórdias com a China, e na Itália, com a indefinição do nome de Giuseppe Conte para o cargo de primeiro-ministro. Hoje, porém, o foco mudou para a Espanha com Mariano Rajoy na berlinda (ver abaixo).

Ainda no Velho Continente, os mercados fecharam a semana no vermelho, com os preços do petróleo despencando.

Já nos Estados Unidos, além da China, os desacertos do encontro com Kim Jong-un, as diferenças com o Irã, a falta de acerto no Nafta e as imposições que poderão ser aplicadas para a União Europeia formaram o cardápio ideal para mexer com o humor de Wall Street.

Os índices de dólar, que são comparativos na cesta global de moedas, ganharam força e a lira turca foi o destaque.

ÁSIA

As bolsas da Ásia fecharam no vermelho nesta sexta-feira, com as incertezas que rondam as negociações comerciais dos Estados Unidos com a China e, principalmente, o temor de um conflito geopolítico entre os norte-americanos e a Coreia do Norte. O cancelamento do encontro entre Donald Trump e Kim Jong-un ficou no foco.

Ao final, o índice Asia Dow ficou em queda de 0,46% a 3.550. O Hang Seng, Hong Kong, ficou em queda de 0,56% aos 30.588. O Xangai Composite ficou em queda de 0,42% aos 3.141. O índice FTSE Straits, Cingapura, ficou em alta de 0,44% aos 3.513. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em alta de 0,76% aos 34.924. O índice Kospi, bolsa da Coreia do Sul, ficou em queda de 0,21% a 2.460. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em alta de 0,06% a 22.450. O índice XJO, bolsa de Sidney, ficou em queda de 0,07% a 6.032.

No Japão, o Nikkei fechou em alta de 0,1%, ante o dólar a ¥ 109,70 de ¥ 109,30 nesta quinta-feira.

Na região, as commodities lideraram as perdas na bolsa do Japão, 1,1%. O setor de transporte marítimo ficou em queda de 1,6%, o mais fraco desempenho no Topix.

As fabricantes de veículos ficaram em queda, com a Honda em 0,93% e a Toyota, queda de 1,29%.

Indicadores

A inflação japonesa é fraca e está se afastando da meta do Banco do Japão. Essa tendência parece que continuará se o último relatório de inflação de Tóquio.

De acordo com o governo japonês, a inflação excluindo os preços dos alimentos frescos, conhecida como núcleo da inflação, subiu apenas 0,5% em Tóquio no ano até maio, ante 0,6% nos 12 meses até abril.

Agora está no nível mais baixo desde setembro do ano passado, lançando dúvidas sobre quando, se é que alguma vez, o Banco do Japão conseguirá alcançar sua meta anual de 2%.

Excluindo os preços de alimentos frescos e de energia, a inflação no capital aumentou apenas 0,2% no ano, novamente abaixo do nível de 0,3% registrado um mês antes.

A inflação cheia, incluindo todos os itens, subiu 0,4% em relação ao ano anterior, abaixo do valor de 0,5% divulgado em abril.

EUROPA

Os mercados acionários da Europa fecharam sem direção nesta sexta-feira, com as atenções para as políticas da Espanha e da Itália. As ações dos bancos dos dois países caíram. Na contramão ficou o sinal positivo para as relações entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte.

Ao final, o índice Stoxx Europe 600 ficou em alta de 0,14% a 391.08 e em alta de 0,9% na semana, em Londres; o FTSE-MIB (Milão) ficou em queda de 1,54% aos 22.398; o Ibex 35 (Madri) ficou em queda de 1,70% aos 9.826; o DAX 30 (Frankfurt) ficou em alta de 0,65% aos 12.938; o FTSE-100 (Londres) ficou em alta de 0,18% a 7.730; o CAC 40 (Paris) ficou em queda de 0,11% aos 5.542; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em queda de 0,91% a 5.610.

Na Itália, o índice principal da bolsa de Milão caiu com as atenções para o cenário político e o nome de Giuseppe Conte como primeiro-ministro.

Já na Espanha, as ações recuaram com atenção para o primeiro-ministro Mariano Rajoy, com o principal partido da oposição despertando a desconfiança sobre ele por um caso de corrupção que terminou em condenações de um ex-tesoureiro e outros membros do partido.

Hoje, o rendimento da dívida do governo espanhol de 10 anos subiu 7 pontos-base, para 1,452%, segundo a Tradeweb.

Entre as ações com perdas ficaram as dos bancos italianos e espanhóis. Na Espanha, o Banco BPM SpA caiu 7,34%, o Intesa Sanpaolo SpA caiu 3,2% e o Santander, queda de 2,7%. Em Milão, o CaixaBank SA caiu 3,77%.

Na Europa, no índice de referência no Stoxx Europe 600, o SXEP de Óleo e Gás ficou em queda de 1,9%.

Indicadores

Na Alemanha, a tendência de queda no clima de negócios da Ifo parou. O índice permaneceu estável em 102,2 pontos (o valor de abril foi corrigido de acordo com a temporada), após ter caído cinco meses consecutivos.

No Reino Unido, o Produto Interno Bruto (PIB), em termos de volume, foi estimado em 0,1% entre o quarto trimestre (outubro a dezembro de 2017) e o primeiro trimestre (janeiro a março) de 2018, não revisado a partir da estimativa preliminar do PIB.

No Reino Unido, a formação bruta de capital fixo (FBCF), em termos de volume, foi estimada em aumento de 0,9% para £ 84,9 bilhões no primeiro trimestre de 2018 de £ 84,1 bilhões no quarto trimestre de 2017. Estima-se que tenha caído 0,2%, para £ 46,1 bilhões de libras entre o trimestre de 2017 e o trimestre de 2018.

No Reino Unido, a produção de serviços aumentou 0,3% no primeiro trimestre de 2018 em comparação com o quarto trimestre de 2017, depois de ter crescimento de 0,4% entre no terceiro trimestre de 2017 e no quarto trimestre de 2017.

No Reino Unido, estima-se que os empréstimos hipotecários brutos em abril tenham sido de £ 20,4 bilhões, 13,3% a mais do que um ano antes.

ESTADOS UNIDOS

Os índices de peso em Wall Street fecharam com perdas nesta sexta-feira, com o preço do petróleo bruto voltando para US$60,00 0 barril. A Organização dos Países Exportadores de Petróleo – Opep e a Rússia sinalizaram elevar a produção para 1 milhão de barris por dia. A medida deve ser adotada com o possível corte na oferta pelo Irã e com as unidades da Venezuela comprometidas com a crise econômica que assola o país.

Ao final, o S&P ficou em queda de 0,24% aos 2.721 pontos. O Dow Jones ficou em queda de 0,24% aos 24.753 pontos. O Nasdaq ficou em alta de 0,13% aos 7.433 pontos.

Na semana, o S&P fechou em alta de 0,3%; o Dow Jones em alta de 0,2%; e o Nasdaq ficou em alta de 1,1%.

Apesar das perdas do petróleo na sexta-feira, analistas da Société Générale elevaram suas projeções para os preços. Para 2019, a previsão é de US$ 72,75 para o barril do Brent, um aumento de US $ 7,75 de uma previsão anterior. Também aumentou suas perspectivas para o WTI em US$ 6,75 a US$ 67,75, de acordo com agências internacionais.

Nesta sexta-feira, a Baker Hughes disse que o número de plataformas americanas ativas de perfuração de petróleo subiu de 15 a 859 esta semana. Esse foi o maior aumento semanal desde 09 de fevereiro. A contagem total ativa de sondas dos Estados Unidos, que inclui plataformas de petróleo e gás natural, subiu de 13 para 1.059.

O índice de energia no XLE, fundo que contempla as 40 gigantes do setor, ficou em queda de 2,60% a 74,58.

O petróleo referência, Brent, ficou em queda na bolsa de Futuros de Londres a 3,44% cotado a US$77,16 o barril.

O petróleo WTI ficou em queda de 4,54%, cotado a US$ 67,50 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

De outro lado, pesou também de forma um pouco mais positiva, a fala do presidente Donald Trump, que havia cancelado a reunião de 12 de junho com a Coreia do Norte, de que o encontro pode acontecer. Em tom de bom humor Trump disse que achou muito “legal” a postura do líder norte-coreano.

“Expressamos nossa disposição de nos sentar frente a frente com os Estados Unidos e resolver problemas a qualquer momento e em qualquer formato”, disse Kim Kye Gwan, autoridade do Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte, em um comunicado divulgado pela mídia estatal do país.

Entre as ações com queda estavam as da Exxon Mobil Corp, – 1,9%, enquanto a Chevron Corp caiu 3,5%.

As ações da Gap Inc caíram quase 15%, depois que o varejista perdeu as expectativas de lucro e divulgou vendas mais fracas nas mesmas lojas na quinta-feira.

Indicadores

Nos Estados Unidos, os novos pedidos de bens duráveis manufaturados em abril caíram US $ 4,2 bilhões, ou 1,7%, para US $ 248,5 bilhões, anunciou hoje o Escritório do Census dos Estados Unidos. Essa redução, depois de dois aumentos mensais consecutivos, seguiu um aumento de 2,7% em março. Excluindo transporte, novos pedidos aumentaram 0,9%. Excluindo a defesa, os novos pedidos diminuíram 1,9%. Os equipamentos de transporte, também em queda após dois aumentos mensais consecutivos, levaram a queda, de US $ 5,6 bilhões, ou 6,1%, para US $ 87,1 bilhões.

Os embarques de bens duráveis manufaturados em abril, depois de oito aumentos mensais consecutivos, caíram US $ 0,1 bilhão, ou 0,1%, para US $ 246,7 bilhões. Isso seguiu um aumento de 0,7% em março.

Os equipamentos de transporte, depois de três aumentos mensais consecutivos, caiu de US $ 1,8 bilhão, ou 2,1%, para US $ 82,8 bilhões.

Nos Estados Unidos, o sentimento do consumidor medido pela Universidade de Michigan caiu em menos de um ponto de índice do mês passado. Desde a eleição de Donald Trump, o Índice de Sentimentos caiu em um intervalo apertado de oito pontos, de 93,4 para 101,4, com as pequenas variações mês a mês indicando nenhuma tendência emergente.

BRASIL

O mercado de ações doméstico teve um dos piores resultados do ano, com o índice principal encerrando a semana em queda de 5,04% e puxado pela forte desvalorização dos papéis da Petrobras, bem como de demais estatais. Entretanto, nesta sessão, a Eletrobras despertou novamente o apetite do investidor e ficou no azul.

Nesta sexta-feira, o índice fechou em território negativo e com os investidores migrando para outros ativos, principalmente o dólar, ante a greve nacional dos motoristas de caminhões chegando ao quinto dia e praticamente paralisando o País. Houve também um pouco de realização.

Os preços do barril de petróleo nos mercados internacionais pesaram nas ações de energia e o minério de ferro, também em queda, puxou para baixo os papéis da Vale.

Ao final, o Ibovespa ficou em queda de 1,53% aos 78.897 pontos. O volume financeiro com as vendas chegou a R$12,32 bilhões.

Análise de Alvaro Bandeira

A semana foi de muita tensão no País com a greve dos motoristas de caminhões e deixando novamente a Petrobras no “olho do furacão”.

“Podemos resumir o comportamento dos mercados em uma única palavra: Petrobras. O que se viu foi o governo adotando medidas mais severas nos últimos dois dias na tentativa de colocar ponto final na greve, que começou na segunda-feira. Sem sucesso no acordo, as consequências desse movimento serão sentidas nos números do setor industrial, comercial, entre outros. A Petrobras ficou novamente exposta, com um grupo pedindo a saída de Pedro Parente e com o governo estendendo o prazo para nova rodada de negociações de 15 para 30 dias, o que foi rejeitada pela categoria”, considerou.

Segundo Bandeira, o cenário se complicou também com um pouco de interferência externa. “Os Estados Unidos ficaram no radar, com as incertezas promovidas pelo presidente Trump sobre as relações comerciais com a China, se sai ou não a reunião com Kim Jong-un, como ficará o Nafta e também as imposições tarifarias para a União Europeia. Todos esses fatos formaram um pacote para despertar a aversão em todos os mercados acionários”, explicou o analista.

Diante destes fatores, Bandeira destaca para a próxima semana os efeitos da greve para o cenário interno. “Ainda teremos muitos reflexos dessa greve por aqui, em semana mais curta, com o fechamento do mês e com o investidor mais cauteloso ainda. Lá fora, o que pode pesar é a polêmica gerada por Trump”, finalizou o analista-chefe e sócio da ModalMais, Alvaro Bandeira.

As ações com ganhos
GOL PN, alta de 1,70%; Eletrobras PNB, alta de 3,08%; Energias BR ON, alta de 2,14%; e Telef. Brasil PN, alta de 0,77%.

As ações com perdas
Usiminas PNA, queda de 6,15%; Sid. Nacional ON, queda de 5%; Cemig PN, queda de 4,78%; Gerdau Met. PN, queda de 4,64%; Gerdau PN, queda de 4,17%; e a Engie Brasil ON, queda de 0,21%.

A Petrobras ON ficou em queda de 0,73% e a PN, queda de 1,39%.

A Vale ON ficou em queda de 1,87%.

O Itau Unibanco PN ficou em queda de 0,88%.

A Ambev ON ficou em queda de 0,84%.

Carteira Teórica

A Carteira Teórica do Índice Bovespa que vai vigorar de 07 de maio de 2018 a 31 de agosto de 2018 com os cinco ativos que apresentam o maior peso na composição do índice são: Vale ON (11,360%), Itauunibanco PN (10,436%), Bradesco PN (7,735%), Ambev S/A ON (7,056%) e Petrobras PN (6,674%).

Commodities

A Petrobras anunciou o preço do litro da gasolina e do diesel para este sábado (26). Para as distribuidoras e sem tributos, o preço da gasolina fica em R$2,0096 e o litro do diesel para R$2,1016.

O petróleo referência, Brent, ficou em queda na bolsa de Futuros de Londres a 3,44% cotado a US$77,16 o barril.

O petróleo WTI ficou em queda de 4,54%, cotado a US$ 67,50 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O minério de ferro negociado no porto de Qingdao, China, ficou em queda de 3,68% a US$63,94 a tonelada seca e com 62% de pureza.

A celulose fibra longa negociada fechou US$1.170,20, alta de 0,02%, a tonelada. A celulose fibra curta fechou em US$1.050,80 a tonelada, alta de 0,02%.

Moedas

O dólar comercial fechou a semana em queda de 2%, influenciado pela ação mais severa do Banco Central do Brasil na oferta de um volume maior nos contratos de swap.
Nesta sexta-feira, com o estresse doméstico causado pela paralisação nacional dos motoristas de caminhões, a moeda sustentou a alta e pegou carona também no mercado externo.

Ao final, no interbancário, o dólar comercial ficou cotado a R$3,667 para a compra e R$3,668 para a venda, alta de 0,55%.

O dólar turismo ficou cotado a R$3,650 para a compra e R$3,880 para a venda, alta de 2,38%.

O euro ficou em R$4,268 para a compra e R$4,270 para a venda, queda de 0,21%.

A libra ficou em R$4,872 para a compra e R$4,874 para a venda, queda de 0,28%.

“O movimento dos últimos dias teve a influência do cenário político interno, em uma semana comprometida pela greve dos caminhoneiros e mesmo com o BCB entrando todos os dias na oferta maior em swap. Do lado externo, os Estados Unidos ficaram no foco, com as incertezas que cercam as negociações comerciais com a China e a reunião na Coreia do Norte, bem como as diferenças com o Irã e as medidas protecionistas do Trump. Por aqui, o BCB trabalha com um patamar de R$3,50 a R$3,80 e o mercado em R$3,60 e R$3,70. Não dá mais para ter uma noção exata do viés, mas o que sabemos é do momento de turbulência”, concluiu o gerente de câmbio da corretora Treviso, Reginaldo Galhardo.

O Banco Central do Brasil vendeu nesta manhã 15 mil contratos de swap cambial. Além disso, a autoridade monetária ofertou 4.225 swap tradicional para rolagem e com vencimento em junho de US$ 5,227 bilhões.

No cenário externo, o índice DXY, que mede o comportamento da moeda com mais seis, estava em alta de 0,45% a 94,20. O WSJ, que amplia o comparativo com mais 16, incluindo as emergentes, ficou em alta de 0,34% a 87,30.

O euro ficou em queda de 0,53% a US$1.1662. A libra ficou em queda de 0,53% a US$1.3333.

Bom fim de semana!


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