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O dólar comercial opera em forte alta nesta terça-feira, com os investidores cautelosos no mercado de ações e elevando a busca por ativos mais seguros. Para tentar conter o avanço mais forte da moeda americana sobre o real, o Banco Central do Brasil reforçou o volume de contratos de swap.

Há pouco, no interbancário, o dólar comercial estava cotado a R$3,766 para a compra e R$3,768 para a venda, alta de 0,67.

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O dólar turismo estava em R$3,750 para a compra e R$3,970 para a venda, em alta de 1,80%.

O euro estava em R$4,409 para a compra e R$4,413 para a venda, alta de 0,71%.

A libra estava em R$5,039 para a compra e R$5,043 para a venda, alta de 1,12%.

O BCB elevou o volume de contratos no leilão de swap cambial tradicional, que equivale a venda de dólares no mercado futuro, para 30 mil. Foram negociados 16.210 contratos na primeira entrada do BCB e, logo em seguida, anunciou outro leilão liquidar o restante, 13.790 swaps.

Ainda pela manhã, o BCB manteve a oferta diária dos 15 mil contratos, US$3,062 bilhões, e fez a rolagem de 8.800 somando US$1,320 bilhão do total de US$8,762 bilhões com vencimentos em julho.

No cenário externo, os indicadores apresentados hoje para a economia norte-americana ajudaram na volatilidade da moeda.

Há pouco, o DXY, que mede o comportamento da moeda com mais seis, estava em alta de 0,02% a 94,00. O WSJ, que amplia o comparativo com mais 16 moedas, estava em queda de 0,02% a 87,15.

O euro estava em alta de 0,09% a US$1.1699. A libra estava em alta de 0,53% a US$1.3369.

O dólar australiano caía 0,40% a US$0,75, com o Banco Central da Austrália manteve a taxa de juros em 1,50%.

Já no Reino Unido, a libra esterlina ficou mais forte depois de dados do setor de serviços ficaram melhores do que o esperado, o que, por sua vez, elevou as expectativas sobre um aumento da taxa de juros do Banco da Inglaterra.


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