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O dólar comercial segue em alta nesta segunda-feira no interbancário. O comportamento da moeda está relacionado ao movimento externo, com pouco menos de pressão nas negociações comerciais entre os Estados Unidos e a China. Porém, nova pesquisa eleitoral no cenário doméstico também está promovendo uma reação no comportamento da divisa, bem como o comunicado do Banco Central do Brasil – BCB na atuação na oferta de swap

Há pouco, o dólar comercial estava cotado a R$3, 619 para a compra e R$3,619 para a venda, alta de 0,53%.

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O dólar turismo estava cotado a R$3,600 para a compra e R$3,810 para a venda, alta de 0,26%.

O euro estava em R$4,330 para a compra e R$4, 332 para a venda, alta da 0,74%.

Na última sexta-feira, em comunicado na página, o Banco Central do Brasil – BCB destacou que fará ajustes na forma que está ofertando swap cambial.

A medida começou a valer a partir de hoje (14), no leilão para a rolagem integral dos contratos vencidos em 01 de junho, com a oferta de 4.225 contratos, que serão distribuídos, a critério do BCB, com vencimentos de nos dias 01/08/18, 01/11/18 e 02/01/2019. A data de início dos contratos permanece em 01/06/2018.

O BCB explicou também que,  do total de 113 mil contratos vincendos em 01 de junho, 62.300 contratos já foram renovados nos leilões ocorridos entre os dias 03 e 11 de maio.

O BCB fez também oferta adicional de contratos de swap cambial. O leilão tem data de início dos contratos a partir de amanhã (15). Foram ofertados 5 mil contratos com vencimento em 02/07/2018.

No cenário externo, o índice DXY, que mede o comportamento da moeda com mais seis, estava em queda de 0,16% a 92,44. O WSJ, que mede o comportamento da moeda com mais 16, estava em queda de 0,07% a 86,15.

O euro estava em alta de 0,22% a US$1.1970. A libra estava em alta de 0,36% a US$1.3592.

O comportamento do dólar hoje na Nyse, que segue em queda pelo quarto dia consecutivo, se dá com as declarações da presidente do Federal Reserve de Cleveland, Loretta Mester,  de que o banco central poderá aumentar as taxas de juros acima de 3%, em um discurso nesta segunda-feira na França.


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