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O dólar comercial fechou a semana em alta de 2,68% na semana, sob os efeitos que a greve dos motoristas de caminhões que durou 10 dia. Entretanto, nesta sexta-feira, a moeda oscilou e manteve a valorização com a saída inesperada de Pedro Parente da presidência da Petrobras.

Ao final, no interbancário, a moeda ficou cotada a R$3,766 na compra e R$3,766 para a venda, alta de 0,80%.

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O dólar turismo fechou em alta de R$3,740 na compra e R$3,970 na venda, alta de 2,58%.

O euro ficou em R$4,382 na compra e R$4,383 na venda, alta de 0,60%.

A libra ficou em R$5,016 na compra e R$5,018 na venda, alta de 1,35%.

O Banco Central do Brasil ofertou 15 mil contratos de swap cambial, que equivale a venda de dólares no mercado futuro, com US$750 milhões. Para a rolagem, com vencimentos em julho, o BCB ofertou 8.800 contratos, sendo que US$440 milhões de US$8,762 bilhões.

No cenário externo, o DXY, índice que mede o comportamento da moeda com seis outras, ficou em alta de 0,25% a 94,24. O WSJ, que compara a moeda com mais 16, ficou em alta de 0,24% a 87,24.

O euro ficou em queda de 0,26% a US$1.1657. A libra ficou em alta de 0,39% a US$1,3348.

O dólar mostrou força no cenário externo nesta sexta-feira,com a expectativa de uma ação de retaliação dos parceiros comerciais dos Estados Unidos sobre as tarifas de aço e alumínio que entram em vigor na sexta-feira.


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