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O dólar comercial ganhou força nesta quarta-feira, mesmo com o Banco Central do Brasil fazendo três intervenções sendo que uma ocorreu logo depois que o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, apresentou a decisão do Comitê de Mercado Aberto- Fomc, de elevar a taxa de juros dos Estados Unidos. Embora precificada, o comunicado tirou o apetite de todos os mercados acionários e mexeu na cesta de moedas.

Ao final, no interbancário, o dólar comercial fechou cotado a R$3,713 para a compra e R$3, 713 para a venda, alta de 0,17%.

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O dólar turismo ficou cotado a R$3,570 para a compra e R$3,860 para a venda, queda de 0,26%.

O euro ficou em R$4,378 para a compra e R$ 4,381 para a venda, alta de 0,31%.

A libra ficou em R$4,965 para a compra e R$4,968 para a venda, queda de 0,10%.

O Banco Central do Brasil ofertou e vendeu 40 mil contratos de swap, que equivale a venda de dólares no mercado futuro. Com isso, a autoridade monetária já pulverizou ao mercado US$18,116 bilhões na modalidade de swap.

No início da tarde, o BCB também ofertou 8.800 contratos para rolagem e vencimento para 02 de julho. Logo depois de anunciada a decisão do Fed, o BCB voltou a atuar ofertando US$4,5 bilhões.

Na leitura do mercado, a decisão do banco central dos Estados Unidos em elevar os juros poderá promover uma retirada forte de investimentos na volta para a economia norte-americana. Essa decisão implicaria numa desvalorização do real.

Conforme anunciado pelo BCB e analistas do mercado cambial, o BCB deverá seguir com as ofertas e com volume mais forte até a sexta-feira (15)..

Cenário externo

Na bolsa de Nova York, o índice DXY, que mede o comportamento da moeda com mais seis, estava em queda de 0,25% aos 93,57. O WSJ, que amplia o comparativo com 16 moedas, estava em queda de 0,12% a 87,16. A reação das moedas ocorreu logo depois de anunciada a decisão do Fed ao deixar a taxa de fundos federais entre 1,7% e 2%.


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