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O julgamento pela 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre, do recurso do ex-presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, foi interrompido neste momento por uma hora. A apelação é contra a condenação a 9 anos e 6 meses de prisão no caso do triplex do Guarujá – aplicada pelo juiz Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância da Justiça Federal, em Curitiba (PR).

Há pouco, o desembargador, João Pedro Gebran Neto, votou a favor da condenação de Lula. Além disso, para o desembargador, “há provas acima de dúvida razoável de que a unidade triplex estava destinada a Lula como vantagem, apesar de não formalmente transferida”.

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Para relator, a transferência da unidade (triplex) para o ex-presidente não é essencial para caracterizar lavagem de dinheiro. “É como se o apartamento tivesse sido colocado no nome de um laranja. A OAS como laranja do verdadeiro titular”, exemplifica o relator.

Gebran Neto votou para aumentar pena de Lula de 9 anos e seis meses para 12 anos e 1 mês de prisão, mas manteve a absolvição de Lula e Paulo Okamotto no que trata do acervo presidencial.

Ao final, o desembargador negou o questionamento de o julgamento ter sido realizado em “tempo recorde”.”Estamos cumprindo o ideal, o constitucional [….] e se entrar em no mérito do meu voto são 430 páginas”, finalizou ao ser questionado pela defesa de Lula afirma.

A condenação de Lula será confirmada se ao menos um dos outros dois juízes votar com o relator.

Com apoio da Ag. Brasil


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