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A Bolsa de Valores de São Paulo encerra a semana em queda de 2,36%. Nesta sexta-feira, o índice principal também ficou no vermelho com o petróleo recuando e os investidores partindo para ativos menos arriscado. Vale ressaltar que as agendas estavam fracas e sem a referência da China.

Ao final, o Ibovespa devolveu 3,32% aos 49.422 pontos. O volume negociado ficou em R$5,1 bilhões.

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Já o dólar comercial fechou a semana em queda de 2,66%. Nesta sexta-feira, a moeda negociada no interbancário ficou em alta de 0,81% e cotada aos R$3,429 na compra e R$3,310 na venda.

“Hoje foi um pouco de realização, porém, na semana a expectativa ficou para os acontecimentos políticos e também com os mercados internacionais. A proximidade da reunião do Fed e a votação na Europa estão no radar. O dólar ganhou força ante as moedas globais”, disse o analista de investimentos da UP Side Investor, Pedro Galdi.

Petróleo

O barril de petróleo Brent para entrega em agosto fechou nesta sexta-feira em baixa de 2,54% no mercado de futuros de Londres, cotado a US$ 50,54.

O petróleo do Mar do Norte terminou a sessão no International Exchange Futures (ICE) US$ 1,32 abaixo do valor final da sessão de ontem, que foi de US$ 51,86.

A valorização do dólar em relação a outras divisas afetou pelo segundo dia consecutivo a cotação do petróleo, cujos contratos de futuros são negociados na moeda americana.

O barril do Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) fechou em baixa de 2,95% nesta sexta-feira, cotado a US$ 50,56, acumulando sua segunda queda consecutiva após atingir seu maior valor desde julho do ano passado.

Ao final da sessão de hoje na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), os contratos futuros do WTI para entrega em julho caíram US$ 1,49 em relação ao fechamento de ontem.

A queda de hoje coincidiu com o anúncio de que o número de plataformas petrolíferas operando nos Estados Unidos aumentou nesta semana em 3 unidades, para um total de 328, embora muito longe das 635 que havia nesta mesma época em 2015.

Apesar da forte baixa, o WTI acumula nesta semana uma alta de 0,93%.

Por sua vez, os contratos de gasolina com vencimento em julho tiveram leve queda, para US$ 1,55 o galão, e os de gasóleo de calefação para entrega nesse mesmo mês caíram US$ 0,03, para US$ 1,51.

Já os contratos de gás natural com vencimento em julho recuaram US$ 0,06, para US$ 2,56 por cada mil pés cúbicos.


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