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Em dia de agenda cheia nas principais economias, os mercados acionários operam divididos no começo desta tarde, com exceção da Ásia que manteve alta refletindo bom humor de Wall Street nas negociações de ontem.

Na Europa, em dia de resultados positivos, os mercados de ações seguem devolvendo os lucros com montadoras e varejo.

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Wall Street mantém o rali e a Bovespa segue devolvendo os ganhos da sessão anterior (Ver abaixo).

Ainda hoje, um pouco mais de otimismo veio do Fundo Monetário Internacional (FMI), com a diretora, Christine Lagarde, afirmando em artigo para o jornal de negócios alemão Handelsblatt, que 2017 poderá contar com “crescimento mais forte e sustentável em nível global”. Segundo Lagarde, “a Alemanha presidirá o G20 [grupo formado pelas 19 maiores economias do mundo mais a União Europeia] e se empenhará em medidas e em reformas estruturais, aumentando a capacidade de resistência das economias maiores”. A informação é da Agência Ansa e replicada pela EBC.

Por aqui, os primeiros indicadores do dia apontam para a cidade de São Paulo, com o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), acumulando alta de 6,54% em 2016, resultado abaixo do registrado em 2015 (11,07%).

Em dezembro, houve alta de 0,72%, resultado superior a novembro, quando foi registrada elevação de 0,15%. O grupo alimentação apresentou alta de 0,27%. No mês anterior, houve queda de 0,92%.

Já o Índice de Atividade de Negócios do setor de Serviços – Markit, Brasil, sazonalmente ajustado, para o mês de dezembro icou bem abaixo da marca de 50,0, indicativa de ausência de mudanças, registrando 45,1, acima do valor de 44,4 observado no período anterior da pesquisa. Embora a taxa de contração tenha diminuído e atingido o seu ponto mais fraco desde setembro, a redução mais recente no volume de produção foi, mesmo assim, acentuada. Os entrevistados destacaram a recessão econômica persistente e a queda no volume de novos negócios como os principais fatores que levaram à queda na atividade, a vigésima segunda em vinte e dois meses.

Do lado cambial, o dólar comercial segue em queda nesta quarta-feira. Há pouco, no interbancário, a moeda estava cotada aos R$3, 228 para a compra e R$3, 229 para a venda, queda de 1,01%.*

ÁSIA

As bolsas asiáticas fecharam com ganhos nesta quarta-feira, com os negociadores otimistas com os indicadores apresentados e também com a robustez da economia dos Estados Unidos. Hoje, os mercados do Japão retornaram do feriado e o Nikkei 225 foi o destaque fechando acima dos 2,5%.

Nesta sessão, o iene perdeu força ante o dólar, 0,4% aos 118,16 por dólar. O índice Topix, também do Japão, fechou em alta de 2,4%, uma das maiores valorizações depois do Brexit.

Ao final, o Índice MSCI Asia Pacific ficou em alta de 1,3%, embalado pelas empresas de consumo. O índice Asia Dow ficou em alta de 0,84% aos 2.965 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng ficou em queda de 0,07% aos 22.134 pontos. Na China, o índice SSE Composite, da bolsa de Xangai ficou em queda de 0,73% aos 3.158 pontos. Na Coreia do Sul, o índice Kospi ficou em alta de 0,08% aos 2.045 pontos. Na Índia, o índice BSE da bolsa de Bombai ficou em queda de 0,04% aos 26.663 pontos. O índice Nikkei 225 do Japão fechou em alta de 2,51% aos 19.594 pontos.

O índice Nikkei – PMI de Manufatura – do Japão mostra o desempenho de fabricação, e derivado de indicadores para novos pedidos, produção, emprego, entrega de fornecedores e estoques de compras ficou em 52,4 em dezembro ante os 51,3 em novembro, sinalizando melhoria mais acentuada nas condições de fabricação. Qualquer número superior aos 50,0 indica uma melhoria geral das condições de funcionamento do setor.

A leitura foi a maior desde dezembro do ano passado e contribuiu para a média trimestral mais forte desde o quarto trimestre de 2015. O maior valor refletiu aumentos na produção, novas encomendas e emprego.

A produção dos fabricantes japoneses subiu pelo quinto mês consecutivo. Além disso, a taxa de expansão foi a mais acentuada registrada em 2016.

EUROPA

As bolsas europeias operam com perdas nesta quarta-feira, com os índices de varejo e na contramão as ações dos bancos, que seguem mantendo o rali.**

De acordo com agências europeias, um dos maiores temas para 2017 será o aumento das perspectivas para a inflação, depois que os preços no consumidor alemão apresentaram um acentuado aumento de 1,7% em relação ao ano anterior, superando as expectativas de um avanço de 1,3%.

Embora as pressões sobre os preços continuem fracas, os dados podem encorajar o Banco Central Europeu (BCE) no argumento de que a economia da Zona do Euro está numa base mais firme, justificando uma mudança de políticas monetárias. Analistas da Societe Generale SA acreditam que os temores do BCE tendem a assombrar novamente os mercados na segunda metade do ano.

Perto do fechamento, em Londres, o índice Stoxx Europe 600 estava em queda de 0,04% aos 365.56. Em Milão, o índice FTSE-MIB estava em alta de 0,15% aos 19.602 pontos. Em Madri, o índice Ibex 35 seguia estável aos 9.495 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX 30 estava em queda de 0,12% aos 11.570 pontos. Em Paris, o índice CAC 40 caía 0,01% aos 4.898 pontos. Em Londres, o índice FTSE-100 subia 0,01% aos 7.178 pontos. E, em Lisboa, o índice PSI-20 subia 0,39% aos 4.744 pontos.

No final de 2016, a economia da Zona do Euro manteve um robusto ritmo de expansão, com o crescimento da produção acelerando para uma máxima de 67 meses no  último trimestre do ano. No entanto, as pressões sobre os preços continuaram a aumentar, com a inflação dos custos dos insumos e das taxas de produção aumentando.

Em 54,4 em dezembro, acima de 53,9 de novembro, o Índice de Produção Composto PMI da Zona Euro da Markit indicou uma taxa de expansão mais rápida do que a estimativa anterior. O setor de manufatura liderou a aceleração do crescimento, com a produção aumentando ao ritmo mais rápido desde abril de 2014. A atividade do setor de serviços também aumentou de forma sólida, com a taxa de crescimento próximo ao máximo de 11 meses de novembro.

Na Espanha, o número de desempregados registados nos Serviços Públicos de Emprego diminuiu em dezembro de 86.849 pessoas em relação ao mês anterior. Desta forma, o número total de desempregados registrados é de 3.702.974 pessoas e continua nos níveis mais baixos dos últimos 7 anos.

Considerando os indicadores, em termos dessazonalizados, o desemprego caiu em 49.243 pessoas no último mês de 2016. Quando comparado com dezembro de 2015, o desemprego diminuiu em 390.534 pessoas, o maior declínio em um ano civil de toda a série histórica. A redução homóloga do desemprego registado foi de 9,54%, a mais elevada desde 1999. Os dados são do Governo espanhol e foram apresentados hoje.

O PMI do setor de serviços da Espanha permaneceu em território de crescimento no final de 2016, com novos aumentos tanto na atividade comercial como nas novas encomendas registadas em dezembro.

O índice de atividade comercial, ajustado sazonalmente, ficou em 55,0 no último mês do ano, assinalando um novo aumento mensal acentuado no setor da atividade de serviços. A leitura foi praticamente inalterada de 55,1 no mês anterior.

Na Espanha, a atividade está aumentando de forma contínua desde novembro de 2013, com expansão atribuída ao aumento de novos negócios em meio à melhoria da confiança do cliente e atividades de marketing.

De acordo com o Markit Economics, a atividade de negócios da Itália continuou a subir no setor de serviços durante o último mês de 2016.

Os dados apresentados hoje mostraram o  PMI de serviços, ajustado, em 52,3 em dezembro, abaixo do máximo de novembro de 53,3.

Os dados são consultoria foram baseados numa única pergunta aos entrevistados: a mudança real na atividade de suas empresas em comparação com um mês atrás. A resposta indicou um aumento moderado, mas mais lento, na produção do setor, o que acabou prolongando a atual sequência de crescimento para sete meses.

O PMI do setor de serviços da França ficou em 52,9 em dezembro, acima de 51,6 em novembro, a leitura mais recente do índice apontou para uma sólida taxa de crescimento que foi a mais marcada desde setembro.

O índice composto final, ajustado, que abrange os setores combinados de manufatura e serviços, subiu para 53,1 em dezembro de 51,4 em novembro e sinalizou a maior taxa de crescimento em um ano. Os dados são do Markit Economics e foram apresentados hoje.

O Índice de Atividade Empresarial do PMI, ajustado sazonalmente, para a Alemanha, registrou 54,3 em dezembro, um valor ligeiramente inferior ao observado em 55,1, mas continua a assinalando um crescimento robusto. A última leitura marcou o final de um forte trimestre final, durante o qual o setor recuperou o ímpeto de crescimento após uma notável desaceleração em setembro. Os dados foram apresentados nesta quarta-feira.

A média trimestral, 54,5, foi a maior desde o primeiro trimestre de 2016. O aumento da atividade em dezembro foi amplamente atribuído aos ganhos de novos negócios.

O índice final de produção da Markit, que mede a produção combinada dos setores de manufatura e de serviços, ficou em 55,2 em dezembro ante os 55,0 de novembro. A estimativa do flash era de 54,8, depois de 55,1 de outubro. Com isso, o índice sinalizou o melhor trimestre de crescimento do setor privado desde o segundo trimestre 2014.

As novas encomendas nos prestadores de serviços mostraram uma tendência semelhante à da produção em dezembro, com a taxa de expansão diminuindo, mas permanecendo globalmente sólida.

Os novos negócios aumentaram continuamente nos últimos dois anos. Algumas empresas fizeram referência particular às encomendas online, embora a maioria das que responderam a pesquisa disse que houve melhoria geral na demanda subjacente.

O aumento da carga de trabalho incentivou um número de participantes a abrir vagas de emprego no último mês do ano. A taxa de contratação foi sólida e amplamente em linha com a média de 2016.

ESTADOS UNIDOS

Os índices de peso em Wall Street abriram estão mantendo o rali no começo desta tarde.***

Há pouco, Dow Jones subia 0,17% aos 19.915 pontos; o S&P seguia em alta de 0,40% aos 2.266 pontos; e o Nasdaq estava em alta de 0,50% aos 5.454 pontos.

Por lá serão apresentados indicadores, bem como o relatório do Federal Reserve.

BRASIL

A Bovespa segue em queda nesta quarta-feira, com os negociadores realizando os lucros da forte alta da sessão anterior e com o índice principal encerrando acima dos 3%.

Há pouco, o Ibovespa operava em queda de 0,15% aos 61.720 pontos. O volume de negócios era de R$2,1 bilhões.

 

A Petrobras ON estava em queda de 0,57% e a PN, queda de 0,06%.

A Vale ON estava em queda de 1,11% e a PN, queda de 1,37%.

Carteira Teórica

A carteira teórica do Índice Bovespa que passou a vigorar entre e 02 de janeiro de 2017 a 28 de abril de 2017, com base no fechamento do pregão de 29 de dezembro de 2016, totaliza 59 ativos de 56 empresas e com a entrada da Eletrobras ON (ELET3). Os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice foram: Itauunibanco PN (10,681%), Bradesco PN (7,740%), Ambev S/A ON (7,183%), Petrobras PN (6,008%) e Petrobras ON (4,592%).

Commoditie

O preço do petróleo WTI negociado na Bolsa de Nova York (Nymex) estava em queda de 0,19% e cotado aos US$53,19 o barril.

O minério de ferro negociado no porto de Gingdao, China, fechou em queda de 0,85% aos US$77,25 a tonelada seca.

*** Informações completas no BOLETIM DE FECHAMENTO


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