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Os investidores estão comprando no começo da tarde desta quinta-feira. Os resultados financeiros estão no foco central das negociações, já que as agendas estão fracas.

As questões políticas estão movimentando a Europa, com Brexit, eleições na Alemanha e França.

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Por aqui, em dia de movimentação em Brasília, os indicadores seguem mostrando uma sutil reação econômica.

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) recuou em seis das sete capitais pesquisadas pela FGV entre a última semana de janeiro e a primeira semana de fevereiro. A maior queda da inflação foi observada em Belo Horizonte: 0,23 ponto percentual, ao recuar de 1,04% na última semana de janeiro para 0,81% na primeira semana de fevereiro.

Também tiveram recuos superiores à média nacional, de 0,08 ponto percentual, as cidades de Brasília (0,17 ponto percentual, ao passar de 0,57% para 0,40%), do Rio de Janeiro (0,11 ponto percentual, ao passar de 0,72% para 0,61%) e de Porto Alegre (0,09 ponto percentual, ao passar de 0,53% para 0,44%).

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) recuou em seis das sete capitais pesquisadas pela FGV entre a última semana de janeiro e a primeira semana de fevereiro. A maior queda da inflação foi observada em Belo Horizonte: 0,23 ponto percentual, ao recuar de 1,04% na última semana de janeiro para 0,81% na primeira semana de fevereiro.

Também tiveram recuos superiores à média nacional, de 0,08 ponto percentual, as cidades de Brasília (0,17 ponto percentual, ao passar de 0,57% para 0,40%), do Rio de Janeiro (0,11 ponto percentual, ao passar de 0,72% para 0,61%) e de Porto Alegre (0,09 ponto percentual, ao passar de 0,53% para 0,44%).

Por outro lado, a boa notícia chega novamente do campo, com a estimativa de que a produção de grãos deve crescer 17,4% na safra de 2016/2017, com um aumento de 32,5 milhões de toneladas em relação à safra anterior. A informação é da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e chega ao recorde de 219 milhões de toneladas. Este é o quinto levantamento desta safra feito pela Conab.

A estimativa positiva se deve principalmente ao aumento da produtividade média das culturas, em recuperação às condições climáticas desfavoráveis da safra passada. Além disso, esse levantamento inclui a área de culturas de segunda safra. A área total tem perspectivas de ampliação de 2,1%, podendo chegar a 59,5 milhões de hectares em relação à safra 2015/2016.*

Do lado acionário, a Bovespa opera em alta.

Do lado cambial, o dólar comercial opera em queda.

Há pouco, no interbancário, a moeda era cotada aos R$3,116 para a compra e R$3, 117 para a venda, queda de 0,08%.

ÁSIA

Os mercados Ásia fecharam sem direção nesta quinta-feira, com os investidores cautelosos para com a reunião de amanhã entre o primeiro-ministro do Japão Shinzo Abe e o presidente dos Estados Unidos Donald Trump na Casa Branca.O foco estará em questões relacionadas ao comércio global.

Nesta quinta-feira, o dólar flutuou em torno do patamar de 112,20 ienes (112,10 ienes de ontem à tarde).

As ações da Hitachi caíram 8%, depois que a companhia disse que a Mitsubishi Heavy Industries duplicou sua demanda por pagamentos relacionados a projetos na África do Sul. A Toshiba caiu 6,7%, uma vez que a Mizuho Securities disse que vê “maior risco” de as ações serem retiradas da lista.

A mudança de linguagem de Trump em relação a China também ficou no foco. Em carta, Trump disse ao líder chinês Xi Jinping que está ansioso para uma relação construtiva.

O MSCI Asia Pacific fechou em queda de 0,40%, em Hong Kong. O índice Asia Dow ficou em queda de 0,15% aos 3.129 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng ficou em alta de 0,17% aos 23.525 pontos. Na China, o índice SSE Composite, da bolsa de Xangai ficou em alta de 0,51% aos 3.183 pontos. Na Coreia do Sul, o índice Kospi ficou em alta de 0,04% aos 2.065 pontos. Na Índia, o índice BSE da bolsa de Bombai ficou em alta de 0,14% aos 28.329 pontos. O Nikkei 225 ficou em queda de 0,53% aos 18.907 pontos. O índice Topix do Japão caiu 0,7%, com o iene.

EUROPA

As bolsas europeias estão operando para cima nesta quinta-feira, com o bom humor para os resultados financeiros de gigantes. Hoje, por exemplo, o banco francês, Société Générale e a petroleira, Total, engataram ganhos nas ações.  As atenções seguem também para as decisões do Brexit.*

Perto do fechamento, em Londres, o índice Stoxx Europe 600 estava em alta de 0,53% aos 365.82. Em Milão, o índice FTSE-MIB seguia estável aos 18.772 pontos. Em Madri, o índice Ibex 35 estava em alta de 0,57% aos 9.382 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX 30 estava em alta 0,66% aos 11.619 pontos. Em Paris, o índice CAC 40 estava em alta de 0,78% aos 4.803 pontos. Em Londres, o índice FTSE-100 ficou em alta de 0,26% aos 7.206 pontos. E, em Lisboa, o índice PSI-20 seguia estável aos 4.559 pontos.

Os investidores estão olhando também as questões da política na França e na Alemanha, a situação dos Países Baixos, bem como as questões bancárias na Itália, e a possibilidade de novas eleiçõe lá, bem como o problema perene da Grécia.

Nesta quinta-feira, a França foi o centro das atenções novamente, desta vez com os resultados de terceiro maior banco listado do país por ativos, Société Générale, que viu as ações subindo 2,1%. Os lucros do quarto trimestre caíram, mas ainda superaram as previsões. A sua receita operacional aumentou para mais do dobro, auxiliada por menores provisões para créditos ruins, o que evidencia o atual otimismo sobre o setor bancário europeu.

As ações da Total ganharam 0,9%, depois que a principal empresa de energia marcou lucro no quarto trimestre, ajudada por cortes de custos pesados, maior produção de petróleo e uma recuperação dos preços do petróleo bruto  acima de US $50 o barril.

ESTADOS UNIDOS

Os futuros em Wall Street operam para cima nesta quinta-feira.**

Há pouco, o futuros S&P estavam em alta de 0,12% aos 2.293; o Dow Jones estava em alta de 0,14% aos 20.030; e o Nasdaq estava em alta de 0,07% aos 5.194.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego nos Estados Unidos na semana encerrada em 4 de fevereiro, ajustado, ficou em 234 mil, uma diminuição de 12 mil do nível não revisado da semana anterior de 246 mil. A média móvel de quatro semanas foi de 244.250, uma queda de 3.750 da média não revisada da semana anterior de 248 mil. Este é o nível mais baixo para esta média desde 03 de novembro de 1973 quando eram 244 mil.

A taxa de desemprego antecipada ajustada sazonalmente ajustada foi de 1,5% para a semana que terminou em 28 de janeiro, inalterada em relação à taxa não revisada da semana anterior. O número antecipado de auxílio-desemprego durante a semana que terminou em 28 de janeiro foi de 2.078.000, alta de 15 mil em relação ao nível revisado da semana anterior. O nível da semana anterior foi revisado abaixo de 1 mil de 2.064.000 para 2.063.000. A média móvel de quatro semanas foi 2.075.750, queda de 3.750 da média revisada da semana anterior. A média da semana anterior foi revisada para baixo em 250, de 2.079.750 para 2.079.500.

BRASIL

A Bolsa de Valores de São Paulo opera em forte volatilidade, com resultados financeiros e com as commodities pesando nas empresas produtoras.***

Há pouco, o Ibovespa estava em alta de 0,34% aos 65.053 pontos. O volume financeiro seguia para R$1,2 bilhão.

A Petrobras ON, alta de 1,12% e a PN, alta de 0,85%.
A Vale ON estava em alta de 0,16% e a PN, queda de 0,07%.

Empresas

A Suzano (SUZB5) apresenta resultado mais fraco, fruto da dinâmica setorial. A companhia apresentou resultado dentro do esperado; diante de um cenário do real mais valorizado e preços médios de venda de celulose inferiores na comparação anual, era de se esperar que a rentabilidade do último trimestre de 2016 viesse prejudicada. Os impactos negativos dos fatores citados só não foram mais acentuados pela resiliência do segmento de papéis, pelo aumento na produção de celulose na comparação anual e pelos reajustes nos preços de celulose aplicados na reta final do ano. Além disso, vale destacar a queda no custo caixa de celulose de cerca de 20%, fruto da redução do raio médio do fornecimento de madeira para a unidade de Mucuri. O segmento de papéis continuou sem grandes novidades com leve queda de volumes e de receita. No consolidado, a receita líquida retrocedeu 7% ante o 4°trim/15, com deterioração de 9,2 p.p. de margem EBITDA. O resultado financeiro também apresentou deterioração, contribuindo para o prejuízo no trimestre.

São Martinho (SMTO3) apresenta resultado pressionado. Nesta safra, a companhia, assim como grande parte do setor, vinha concentrando maior parte da sua produção à exportação de açúcar, que conta com preços mais atrativos no mercado externo. Todavia, neste trimestre a valorização do real e o cronograma de embarques concentrados no próximo trimestre prejudicaram o desempenho das exportações; a receita das exportações de açúcar retrocederam 13,7% na comparação trimestral. Já no segmento de etanol, a quebra de safra derivada de geadas prejudicaram a produção e a receita do segmento. Com este cenário mais desafiador a margem EBITDA apresentou queda de 2,1 p.p. sob a mesma base comparativa, a margem líquida por sua vez apresentou queda de 2,2 p.p.. Para o próximo trimestre a companhia deverá se beneficiar das vendas do açúcar estocado e da integração da usina Boa Vista, perfazendo sólidas perspectivas.

A Copel (CPLE6) apresenta prévia operacional do 4T16 e consumo segue pressionado. As vendas totais da Copel ficaram praticamente estáveis no trimestre e no consolidado de 2016, com uma queda de 0,4% ante o 4T15 e uma alta de 0,8% frente ao acumulado de 2015. Todavia, esse desempenho se deve principalmente ao aumento das vendas para o mercado livre e de curto prazo no segmento de distribuição, bem como pela maior venda da energia gerada pelos complexos eólicos. Já o consumo em seu mercado cativo continuou em franca deterioração (queda de 13,4% na comparação trimestral e de 7,1% na anual), principalmente por conta da retração na demanda industrial e comercial, que registraram redução anual de 17,0% e 8,5%, enquanto que o consumo residencial ficou praticamente estável no período. Entendemos que essa composição no mix de vendas da companhia corrobora a continuidade de margens ainda bastante pressionadas no resultado do 4° trim/16, sobretudo no segmento de distribuição.

Banrisul (BRSR6) divulga resultado, mas possível privatização deve continuar movimentando os papéis. O banco gaúcho reportou seus números do 4T16, com melhora em relação ao trimestre imediatamente anterior, beneficiado pelo crescimento (ainda que pequeno) da carteira de crédito do banco, com destaque para o segmento PF, e pela menor despesa com PDD observada nesse trimestre. Como ponto negativo da divulgação, queda de 2,5% na receita de serviços e tarifas bancárias e a piora no índice de eficiência, relacionado à compra de serviços de folha de pagamento de servidores públicos do estado. Com um resultado sem grandes surpresas, os papéis do banco, no curto prazo, devem continuar respondendo às notícias relacionadas à sua possível privatização, dentro dos esforços para ajustar as finanças estaduais.

Carteira Teórica

A carteira teórica do Índice Bovespa que passou a vigorar entre e 02 de janeiro de 2017 a 28 de abril de 2017, com base no fechamento do pregão de 29 de dezembro de 2016, totaliza 59 ativos de 56 empresas e com a entrada da Eletrobras ON (ELET3). Os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice foram: Itauunibanco PN (10,681%), Bradesco PN (7,740%), Ambev S/A ON (7,183%), Petrobras PN (6,008%) e Petrobras ON (4,592%).

Commodities

O minério de ferro negociado no porto de Gingdao, China, fechou em alta de 0,37% aos US$83,84 a tonelada seca e com 62% de pureza.

Os contratos futuros do petróleo WTI para a entrega em março negociados na Bolsa Mercantil de Futuros, Nova York, estavam para cima em 1,20% aos US$52,97.

*** Informações completas no BOLETIM DE FECHAMENTO


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