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Os principais mercados acionários globais fecharam com ganhos nesta terça-feira, depois da realização de lucros em grande parte do dia. As agendas também apresentaram indicadores de peso, como a balança comercial da Alemanha, emprego da Zona do Euro e também dos Estados Unidos no final desta tarde.

Na Ásia, em dia de conversa entre os líderes das duas Coreias, os investidores mantiveram a cautela em alguns mercados. A bolsa do Japão segurou a alta e com o foco nas medidas do Banco Central, que reduziu a compra de bônus.

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Na Europa, os índices fecharam com ganhos e o destaque ficou para o Stoxx Europe 600, acima dos 400 pela primeira vez em quase três anos. A euforia se deu também com os números das economias da Zona do Euro e a balança comercial da Alemanha.

Nos Estados Unidos, os índices de peso voltaram para o positivo ao final das negociações na bolsa de Nova York. Os números do emprego ficaram no radar.

Por aqui, os investidores descolaram dos demais e mantiveram a realização ao longo de toda a sessão da B3. O índice Bovespa recuou, mas manteve a proximidade dos 79 mil pontos.

O dólar comercial ganhou força, o euro recuou, a libra ficou estável e as moedas digitais derreteram.

ÁSIA

Os mercados de ações da Ásia fecharam com ganhos nesta terça-feira, o sexto dia consecutivo, se constituindo no melhor início de ano desde 2006. O bom humor foi sustentado por perspectiva otimistas para economia global, com os papéis mantendo valorizações nos níveis mais elevados dos últimos três anos

Ao final, o índice regional de ações MSCI Asia Pacific apurou ganho de 0,4% no pregão de hoje. O índice Asia Dow ficou em alta de 0,34% aos 3.790. O Hang Seng, Hong Kong, ficou em alta de 0,36% aos 31.011. O Xangai Composite ficou em alta de 0,13% aos 3.413. O índice Kospi, Coreia do Sul, ficou em queda de 0,12% aos 2.510 pontos. O índice FTSE Straits, Singapura, ficou em alta de 0,36% aos 3.524. O índice Sensex, bolsa da Índia, ficou em alta de 0,26% aos 34.443. O índice Nikkei 225, bolsa de Tóquio, ficou em alta de 0,57% a 23.849. O índice futuros XJO, da bolsa de valores de Sidney, ficou em alta de 0,09% aos 6.135.

Em Tóquio, o índice Nikkei subiu, em que pese a valorização do iene diante do dólar, em reação a decisão do Banco do Japão (BoJ) de reduzir o tamanho de sua última compra de bônus, ação interpretada como um sinal de um provável aperto monetário em cerca de um ano.

No Japão, a confiança do consumidor caiu inesperadamente em dezembro, embora ligeiramente, conforme mostrou o Gabinete do Governo mostraram terça-feira.

O índice de confiança do consumidor, ajustado sazonalmente, diminuiu para 44,7 em dezembro, com base em 50,9 milhões de novembro de 44,9. Enquanto isso, o economista esperava que o índice subisse para 45.

O indicador de subsistência caiu para 42,9 em dezembro, de 43,2 no mês anterior.

O índice de crescimento da renda manteve-se estável em 43,0.

O índice que mede o emprego enfraqueceu para 49,0 de 49,3 e a vontade de comprar bens duráveis diminuiu para 43,8 de 44,0.

A pesquisa foi realizada entre 8.400 casas em 15 de dezembro.

EUROPA

As bolsas de valores da Europa fecharam com ganhos nesta terça-feira, com o Stoxx Europe 600 rompendo os 400 mil, novo recorde depois de 2015. Além disso, os números da balança comercial da Alemanha e outros indicadores da Zona do Euro também ajudaram nos resultados, bem com notícias corporativas.

Ao final, o índice Stoxx Europe 600 ficou em alta de 0,43% a 400.11, em Londres; o FTSE-MIB (Milão) ficou em alta de 0,70% aos 23.004; o Ibex 35 (Madri) subiu 0,27% aos 10.426; o DAX 30 (Frankfurt) subiu 0,13% aos 13.385; o FTSE-100 (Londres) subiu 0,45% a 7.731; o CAC 40 (Paris) ganhou 0,67% aos 5.523; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em alta de 0,15% aos 5.654.

O euro deu uma trégua e recuou 0,38% negociado em US $ 1,1919, inferior a US $ 1,1968 no final da segunda-feira em Nova York.

A produção industrial alemã superou as previsões com crescimento de 3,4% em novembro, sugerindo que a maior economia da Europa pode ter melhorado mais que o esperado em 2017.

Os números da balança comercial também vieram mais fortes do que o esperado. O escritório de estatísticas da Alemanha também mostrou que a balança comercial ajustada do país foi de €22,3 bilhões (US $ 26,7 bilhões) em novembro.

O déficit comercial da França aumentou para € 5,7 bilhões em novembro, já que as exportações de produtos energéticos e equipamentos de transporte caíram acentuadamente.

Em novembro, o desemprego na Zona do Euro foi de 8,7%, disse o Eurostat.

ESTADOS UNIDOS

Os principais índices da bolsa de Nova York reverteram as posições da abertura e fecharam no azul nesta terça-feira. O Dow Jones seguiu avançando para cima dos 25 mil. Algumas ações de tecnologia recuaram e os índices do emprego ficaram no radar.

Ao final, o S&P ficou em alta de 0,13% a 2.751. O Dow Jones subiu 0,41% a 25.385. O Nasdaq ficou em alta de 0,09% a 7.163.

O número de vagas de emprego foi pouco alterado em 5,9 milhões no último dia útil de novembro, informou o Departamento do Trabalho dos Estados Unidos. A taxa de postos de trabalho foi de 3,8% em novembro.

Ao longo do mês, as contratações e desligamentos foram pouco alterados em 5,5 milhões e 5,2 milhões, respectivamente. Dentro dos desligamentos, a taxa de encerramento permaneceu inalterada em 2,2% e a taxa de demissões pouco mudou 1,1%. Esta versão inclui estimativas do número e da taxa de postos de trabalho, aluguel e desligamentos para o setor não agrícola por setor e por quatro regiões geográficas.

A aproximação entre as Coreias também ficou no radar dos investidores, que se preparam também para o início da temporada de balanços do quarto trimestre de 2017.

BRASIL

De acordo com as estimativas dos analistas do mercado financeiro nas últimas semanas, a realização de lucros na B3 ocorreria em algum momento. Com isso, os investidores escolheram essa terça-feira para interromper a sequência de recordes.

Ao final, o Ibovespa ficou em queda de 0,65% aos 78.863 pontos. O volume financeiro ficou em R$9,2 bilhões. O IEE estava manteve e estabilidade.

As ações com ganhos
Sid. Nacional ON, alta de 2,71%; WEG ON, alta de 1,62%; Fibria ON, alta de 1,57%; Telef. Brasil PN, alta de 1,30%; e Kroton ON, alta de 1,23%.

As ações com perdas
JBS ON, queda de 3,40%; Eletrobras PNB, queda de 4,23%; Rumo ON, queda de 3,21%; Eletrobras ON, queda de 3,97%; e Fleury ON, queda de 2,89%.

A Vale ON ficou em queda de 0,37%.

A Petrobras ON e a PN ficaram estáveis.

Carteira Teórica

A Carteira Teórica do Índice Bovespa em vigor de 02 de janeiro a 04 de maio de 2018. Os cinco ativos que apresentam o maior peso na composição do índice são: Itauunibanco PN (10,510%), Vale ON (9,993%), Bradesco PN (7,830%), Ambev S/A ON (6,875%) e Petrobras PN (5,240%).

Commodities

O petróleo referência, Brent, ficou em alta na bolsa de Futuros de Londres em 0,94% a US$69,79 o barril.

O petróleo WTI ficou em alta de 2,83%, cotado a US$ 63,48 o barril na bolsa Mercantil de Futuros, Nova York.

O minério de ferro negociado no porto de Gingdao, China, ficou em alta de 0,94% a US$78,47 a tonelada seca e com 62% de pureza.

A celulose fibra longa negociada fechou US$1003,33, alta de 0,37%, a tonelada na sessão anterior. A celulose fibra curta fechou em US$981,69 e alta de 0,24%, a tonelada.

Moedas

O dólar comercial ficou valorizado ante o real nesta terça-feira, depois de sucessivas quedas, em prosseguimento ao ajuste. No cenário externo, o dólar dos Estados Unidos avançou contra a maioria dos principais rivais, mas caiu contra o iene depois que o Banco do Japão reduziu o tamanho de sua última compra de bônus, ação interpretada como um sinal de um provável aperto monetário em cerca de um ano.

Ao final, no interbancário, a moeda ficou cotada a R$3,245 para a compra e R$3,246 para a venda, alta de 0,31%.

O euro ficou em R$3,872 para a compra e R$3,875 para a venda, queda de 0,07%.

A libra ficou em R$4,393 para a compra e R$4,395 para a venda, estável .

No cenário externo, o índice DXY, que compara a moeda com seis outras, ficou em alta de 0,18% para 92,502, negociando em torno de seu nível mais alto desde o dia 28 de dezembro e na pista para um terceiro aumento nas taxas de juros. O índice WSJ, que amplia a comparação com mais 16 moedas, ficou em alta de 0,12% para 85,98.

O dólar caiu contra o iene japonês em 0,40%, comprando ¥ 112,53 em comparação com ¥ 113,09 no final desta segunda-feira em Nova York.

O euro caiu 0,25% para US $ 1,1934 de US $ 1,1968 e a libra britânica recuou 0,19% para US $ 1,3539 de US $ 1,3568.

O Banco do Japão – BoJ reduziu o tamanho de sua oferta de recompra de títulos em 5% em sua mais recente operação de mercado.

O banco cortou as compras de títulos do governo com 10 anos a 25 anos, até o vencimento em ¥ 10 bilhões (US $ 1,7 bilhão).

Moedas digitais

A Bitcoin – BTCUSD – ficou em queda nesta terça-feira em Nova York. Ao final, a moeda digital mais popular caiu 2,08% a US$14.590,85 de acordo com o CoinDesk.

Na esteira das principais moedas digitais e de acordo com o site CoinMarket Cap, o Bitcoin ficou em queda de 2,51% US$14.767,50.

A Bitcoin Cash caiu 0,19% a US$2.409,55.

A Bitcoin Gold ficou em alta de 4,71% a US$248,19.

A Ether ficou em alta de 8,78% a US$1.257,20.

A Litecoin, que nos últimos dias vem ganhando espaço entre as digitais, ficou em queda de 1,48% a US$257,42.

Na bolsa de Chicago – Cboe, o contrato futuros de Bitcoin (XBT/F8), com vencimentos para 17 de janeiro, ficou em queda de 0,61% a US$14.700,00.

O contrato de XBT/G8, com vencimento para 14 de fevereiro, ficou estável a US$14.810,00.

O contrato XBT/H8, com vencimento para 14 de março, caiu 0,81% aos US$14.750,00.


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