Clicky

Tesouro Direto Taxa Zero 970×250

Como essa data foi esperada! 2016 está na reta final. Um ano marcado pelo tumultuado cenário político global com mudanças na Ásia, Europa, Estados Unidos e Brasil e refletindo diretamente nas economias. Foram inúmeras revoltas populares que preocuparam o mundo.

Tudo resolvido? Não, é claro!

Tesouro Direto Taxa Zero 300×250

Os asiáticos, que até então permaneciam tranquilos, se voltam para os Estados Unidos com a eleição do polêmico Donald Trump. A China, principal parceira comercial do País, termina 2016 de lado e esperando pelas decisões de Trump.

O Japão comemora a retomada da economia e a permanência das relações com os Estados Unidos.

No Velho Continente, o que ninguém esperava aconteceu: o Reino Unido dá adeus a União Europeia.  Considerando que o continente europeu vive uma das piores crises sociais com os refugiados. A Alemanha, mãe da Europa, é penalizada com a aceitação maior de refugiados e agora está na agenda dos terroristas.

O País, o mais importante da Europa, bem como a França e a Espanha, está encerrando 2016 com a economia fortalecida e com indicadores de peso, mesmo com as eleições presidenciais no radar para 2017.

Finalmente por aqui, o cenário de preocupação prossegue.

Vivenciamos um Impeachment, acompanhamos prisões de parlamentares, empresários e pessoas envolvidas nos esquemas bilionários na cobrança de propina e desvendadas na Mega Operação Lava Jato dos Procuradores do Ministério Público Federal (MPF) de Curitiba (PR) e sob o comando do Juiz Federal, Sérgio Moro, senão a maior do mundo na caça aos propineiros.  A Petrobras, a maior vítima no mar de lama que assolou o País, ficou e está no radar global com a Operação.

Nem tudo está resolvido, ao contrário, não está nem na metade e nem mesmo com a devolução bilionária de empreiteiras envolvidas na fraude para a Petrobras e para a União, com a Odebrecht no primeiro lugar do ranking.

Fora isso, o maior teste de estresse aconteceu nos 180 dias em que Dilma Rousseff ficou afastada do comando do Brasil até o dia 31 de Agosto, data da decisão do Impeachment. Todos comemoraram, mas o País ficou envergonhado perante o resto do mundo.

De lá até agora, a crise econômica que se aprofundava foi pouco amenizada, porém, dá sinais de uma pequena recuperação em 2017, mas longe do fim, principalmente no que diz respeito ao desemprego, reforma da Previdência e ajustes fiscais. Entretanto, um dos piores problemas enfrentados, que tratava dos gastos públicos, foi resolvido com a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC55/16) limitando os gastos pelos próximos 20 anos. Vale ressaltar que o presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), uma das pessoas mais importantes no processo de Impeachment de Dilma, bem como o ex-deputado e ex-presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso em Curitiba no âmbito da Lava Jato e que acatou a abertura do processo da ex-presidente, quase saiu também de cena por envolvimento ilícito. Calheiros se salvou e comandou a votação da PEC 55!

Se de um lado houve um acerto no problema, o Governo Federal tem outro pior para resolver: socorrer os Estados falidos. Uma nova missão para 2017, que nem mesmo a repatriação de recursos para o Brasil será suficiente para atender os governadores que gastaram mais do que arrecadavam. O pior exemplo é o do Rio de Janeiro, que também tem o ex-governador, Sérgio Cabral, preso na República de Curitiba.

Sem citar outros fatos vergonhosos, que fragilizaram nosso PIB e nossas contas, chegamos ao último dia útil de 2016, com o mais assombroso indicador: o desemprego atingindo 12,1 milhões de pessoas, 11,9%.

A taxa de desocupação e o contingente de pessoas são os mais altos da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (Pnad Contínua), iniciada em 2012 .

Os dados divulgados hoje pelo IBGE são semelhantes aos do trimestre móvel imediatamente anterior (junho a agosto), quando a taxa de desocupação fechou em 11,8%. Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, foi registrada uma alta de 2,9 pontos percentuais.

Já o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), que reajusta os aluguéis, apresentou variação acumulada de 7,17% entre janeiro e dezembro deste ano. Em 2015, no mesmo período, a alta foi de 10,54%. Os dados foram divulgados pela FGV/IBRE.

Este mês, a alta foi de 0,54% e, em dezembro do ano passado, a variação havia sido de 0,49%. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou taxa de variação de 0,69%. No mês anterior, a taxa foi de -0,16%.

E, para encerrar, do lado acionário a Bovespa resistiu e fechou o último pregão aos 60 mil pontos. O dólar comercial, que foi um dos grandes vilões do ano junto com o feijão,  fechou em queda e dentro do patamar previsto pelos analistas.

ÁSIA

As bolsas da Ásia fecharam sem direção nesta quinta-feira, com as últimas negociações de 2016, refletindo os dados do setor imobiliário dos Estados Unidos.

Ao final, o Índice MSCI Asia Pacific ficou em alta de 20%. O índice Asia Dow ficou em queda de 0,16% aos 2.919 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng ficou em alta de 0,17% aos 21.790 pontos. Na China, o índice SSE Composite, da bolsa de Xangai ficou em queda de 0,20% aos 3.096 pontos. Na Coreia do Sul, o índice Kospi ficou em alta de 0,10% aos 2.026 pontos. Na Índia, o índice BSE da bolsa de Bombai ficou em alta de 0,59% aos 26.366 pontos. O índice Nikkei 225 fechou em queda de 1,32% aos 19.135 pontos.

As vendas de casas usadas caíram em novembro para seu nível mais baixo em quase um ano, já que o rápido aumento das taxas de hipoteca e o estoque insuficiente desanimaram alguns compradores, de acordo com a Associação Nacional de Corretores de Imóveis. Somente o Nordeste viu ganhos de vendas pendentes mensais e anuais no mês passado. Os dados foram apresentados nesta quarta-feira.

O índice de vendas residenciais usadas,  um indicador baseado em fechamento de novos contratos, caiu 2,5% para 107,3 em novembro de 110,0 em outubro.

Depois da queda do mês passado, o índice está agora 0,4%, abaixo de novembro passado (107,7) e está em sua menor leitura desde janeiro (105,4).

EUROPA

As bolsas europeias fecharam no negativo nesta quinta-feira e últimas sessões de 2016, acompanhando os demais mercados como Ásia. Os papéis dos bancos derreteram, com destaque para a crise do Monte dei Paschi di Siena, além de montadoras e mineradoras.

Ao final da jornada, em Londres, o índice Stoxx Europe 600 ficou em queda de 0,35% aos 360,26. No ano, a queda ficou em 1,4% com os papéis dos bancos. Em Milão, o índice FTSE-MIB caiu 0,18% aos 19.203 pontos. Em Madri, o índice Ibex 35 ficou em queda de 0,19% aos 9.327 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX 30 caiu 0,21% aos 11.451 pontos. Em Paris, o índice CAC 40 caiu 0,20% aos 4.838 pontos. Em Londres, o índice FTSE-100 subiu 0,20% aos 7.120 pontos. E, em Lisboa, o índice PSI-20 subiu 0,35% aos 4.668 pontos.

Nas sessões de hoje, os bancos foram os maiores perdedores.
As ações do Credit Suisse AG caíram 3,4%, um dia depois que o Wall Street Journal informou que a Securities and Exchange Commission dos Estados Unidos está investigando o banco sobre uma venda de títulos de Moçambique.

O BNP Paribas, que também está sob investigação pela venda de títulos, caiu 1,3%.

As ações do Monte dei Paschi di Siena SpA BMPS perderam 7,48%, que foram novamente suspensas durante a sessão. Esse mesmo comportamento aconteceu em  23 de dezembro, quando o governo italiano concordou em resgatar o banco e depois admitiu não ter levantado os €5 bilhões (US$5,2 bilhões) como parte de um plano de resgate de última hora.

Os planos para ajudar o Monte dei terão que ser aprovado pela União Europeia assegurando que as regras relativas aos auxílios de estatais não sejam violados disse o membro do Conselho do Banco Central Europeu (BCE) Jens Weidmann.

Outros bancos italianos foram atingidos pela situação do Monte dei Paschi.
As ações do Banco Popolare SC BP recuaram 3,8%; o Banca Popolare di Milano Scarl PMI caiu 3,5%; e Unione di Banche Italiane SpA UBI, caiu 3,1%.

E assim termina 2016 no Velho Continente!

ESTADOS UNIDOS

A Bolsa de Nova York fechou em queda  nesta quinta-feira, mesmo assim os índices de peso marcaram as maiores valorizações em cinco anos. A vitória de Donald Trump como presidente eleito dos Estados Unidos chegou a pesar nos mercados, mas os discursos com promessas relevantes no seu plano de governo acabaram colocando mais otimismo nos negociadores e também nos norte-americanos.

Ao final, Dow Jones ficou em queda de 0,07% aos 19.819 pontos; o S&P ficou em queda de 0,03% aos 2.249 pontos; e o Nasdaq em queda de 0,12% aos 5.432 pontos.

Para a semana encerrada em 24 de dezembro, os pedidos do auxílio-desemprego nos Estados Unidos, ajustado sazonalmente, ficaram em 265 mil, queda de 10 mil do nível revisado da semana anterior, 275 mil. A estimativa dos analistas era para 277 mil. A média móvel de quatro semanas foi 263 mil, queda de 750 da média não revisada da semana anterior, 263.750. Os números são do Departamento do Trabalho dos Estados Unidos.

De acordo com o órgão, não houve fatores especiais que afetaram os pedidos iniciais desta semana e marca 95 semanas consecutivas abaixo de 300 mil, a maior faixa desde 1970.

A taxa antecipada de desemprego foi de 1,5% para a semana que terminou em 17 de dezembro, inalterada em relação à taxa não revisada da semana anterior. O número antecipado de desemprego dessazonalizado durante a semana que terminou em 17 de dezembro foi de 2.102.000, alta de 63 mil em relação ao nível revisado da semana anterior.

O nível da semana anterior foi revisado para cima em 3 mil de 2.036.000 para 2.039.000. A média móvel de quatro semanas foi de 2.042.250, alta de 4.500 da semana anterior da média revisada. A média da semana anterior foi revista em 750, de 2.037.000 para 2.037.750.

Os mercados não operam na próxima segunda-feira (02/2017).

ARGENTINA

O índice Merval, da Bolsa de Comércio de Buenos Aires, fechou nesta quinta-feira em alta de 2,48%, aos 16.917,86 pontos.

Já o Índice Geral da Bolsa subiu 2,45%, para 747.261,78 pontos, enquanto o Merval 25 avançou 2,43% e fechou aos 18.266,29.

No pregão foram negociados 351,1 milhões de pesos argentinos em títulos (US$ 22 milhões), com 60 em alta, dez em baixa e sete estáveis.

No mercado de câmbio, o peso argentino se manteve estável em relação ao dólar.

BRASIL

A Bovespa encerra 2016 com valorização de 38,93% e o mês de dezembro em alta de 2,71%.

Ao final do último pregão de 2016, o Ibovespa ficou em alta de 0,75% aos 60.227 pontos. O volume financeiro ficou em R$5 bilhões.

Análise Álvaro Bandeira

Ao longo de 2016, as operações da Bolsa de Valores de São Paulo foram afetadas pelo cenário político perturbador e que acabou promovendo o impeachment da presidente Dilma Rousseff. “O ano começou com o peso do impeachment entre fevereiro e março, quando a Bolsa registrou os piores resultados. Mas encerrar o ano aos 60 mil pontos demonstra que há espaço para mais. A Vale valorizou mais de 130, a Petrobras mais de 130, a Ambev desvalorizou 6%, enfim, algumas empresas se desvalorizaram em razão das commodities, porém, a Petrobras está em recuperação e ressuscitando o tempo perdido. Não podemos esquecer que o ano de 2016 foi sofrido, com a Operação Lava Jato pressionando”, disse o analista-chefe da ModalMais.

Para a última semana do ano, Bandeira disse que sem notícias relevantes em cinco pregões a Bolsa reagiu sem que ninguém partisse para alguma negociação.”Estamos dentro do patamar previsto para o final do ano, com os 60 mil pontos interessantes”, avaliou.

Sobre o cenário externo, os índices não fecharam nos patamares históricos, com Dow Jones e Nasdaq em queda. “A posse de Donald Trump, que tem provocado muito otimismo, mesmo com os juros precificados. Por aqui vai depender de como faremos a lição de casa e como esses juros poderão refletir. Já o Brexit está melhor do que o esperado. O Japão vive um momento de euforia e com a economia reagindo, o mesmo não acontece com a China, que segue de lado”, avaliou.

Já para o cenário doméstico, Bandeira revela otimismo. “O que podemos esperar para 2017? O primeiro trimestre complicado para nós, com burburinho político, sem definição para a situação dos Estados e o que deverá pesar serão os indicadores, embora com queda da inflação e taxas de juros. Mas se os indicadores apresentarem reações, além de votações importantes como a reforma na Previdência, acho que vamos conseguir melhorar”, finalizou o analista-chefe e sócio da ModalMais, Álvaro Bandeira.

Entre as ações em alta no índice estavam as da CCR ON, alta de 3,43%; Ecorodovias ON, alta de 3,39%; Localiza ON, alta de 3,38%; WEG ON, alta de 3,33%; e Qualicorp ON, alta de 3,16%.

Na contramão estavam as ações da Vale ON, queda de 3,75%; Bradespar PN, queda de 2,17%; Vale PNA, queda de 1,93%; JBS ON, queda de 0,70%; e Cyrela Realt ON, queda de 0,48%.

A Petrobras ON ficou em queda de 0,24% e a PN, alta de 0,61%.
A Vale ON ficou em queda de 3,78% e a PN, queda de 1,93%.

Carteira teórica

Na carteira teórica, que vigora entre 05 de setembro de 2016 até o fechamento das negociações de hoje, estão os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do Ibovespa estão Itauunibanco PN (10,594%), Ambev S/A ON (8,588%), Bradesco PN (7,955%), Petrobras PN (5,523%) e Petrobras ON (4,268%).

Moedas

O dólar comercial encerra o ano de 2016 em queda de 17,69% e o mês de dezembro com desvalorização de 4,06%. Nesta sessão, a última do ano, a divisa ficou em queda de 0,94% cotada aos R$3, 249 para a compra e R$3,249 para a venda.

O euro ficou em R$3,406 para a compra e R$3,411 para a venda, queda de 0,23%.

Em Frankfurt, o euro era cotado a US$ 1,0480 às 16h GMT (14h de Brasília) nesta quinta-feira no mercado de divisas, acima do valor da sessão de ontem no mesmo horário, que foi de US$ 1,0453. Já o Banco Central Europeu (BCE) fixou o câmbio oficial do euro em US$ 1,0453.

Com o resultado do pregão desta quinta-feira, a divisa ficou dentro da projeção do Banco Central do Brasil (BCB) ao longo dos últimos meses e com parâmetro nas análises nas instituições que formam o Boletim Focus.

Análise Reginaldo Galhardo

Durante o ano de 2016 a moeda sofreu influência do cenário político doméstico. “Basicamente o desenrolar politico do País teve peso forte no comportamento da moeda. Em seguida, o que se esperava era para uma entrada maior de recursos pela repatriação, prova disso é que haverá uma nova etapa em março, as questões fiscais, o impeachment da presidente, as etapas da Operação Lava Jato, as votações que ocorreram depois, com a oposição ao governo Temer, enfim, um pacote de fatos ruins que mexeram com todos os mercados e com a economia do País”, disse Galhardo.

Para o final do ano, com o dólar cotado aos R$3,29 ou R$3,30, o diretor da Treviso considera que a projeção foi acertada. “Mesmo dentro das estimativas, o que se espera é para as entradas de dólares nas fusões e aquisições, além da Petrobras com as vendas de ativos, enfim, são somas que estão contribuindo com o final do ano um pouco mais tranquilo”, explicou.

Sobre as decisões nos Estados Unidos, que refletem diretamente no dólar, Galhardo avaliou com cautela a decisão do Federal Reserve em elevar as taxas de juros. ” As previsões de mais três aumentos nas taxas dos Estados Unidos, que têm demonstrado uma economia em recuperação sólida, a preocupação segue para o que essa alta de juros poderá representar por aqui. Se no primeiro trimestre de 2017 os indicadores revelarem que estamos no caminho certo, com certeza, vamos ter um ano de organização para colher o melhor em 2018″, finalizou o diretor da Treviso, Reginaldo Galhardo.

Commodities:

O barril do Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) fechou nesta quinta-feira em baixa de 0,54%, cotado a US$ 53,77, como reação ao inesperado aumento nas reservas de petróleo dos Estados Unidos anunciado hoje.

Ao final do pregão na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), os contratos futuros do WTI para entrega em fevereiro perderam US$ 0,29 em relação ao fechamento de ontem.

O Departamento de Energia informou hoje que as reservas de petróleo dos Estados Unidos aumentaram na semana passada em 600.000 barris e se situaram em 486,1 milhões.

Esse aumento contrasta com cálculos prévios de analistas que antecipavam que hoje seria anunciada uma diminuição nas reservas de petróleo.

Por sua vez, os contratos de gasolina para entrega em janeiro, ainda os de referência, subiram quase US$ 0,01, para US$ 1,68 o galão, enquanto os de gás natural em janeiro caíram US$ 0,10, para US$ 3,80 por cada mil pés cúbicos.

O barril de petróleo Brent para entrega em fevereiro fechou nesta quinta-feira em baixa de 0,14% no mercado de futuros de Londres, cotado a US$ 56,14.

O petróleo do Mar do Norte, de referência na Europa, terminou o pregão no International Exchange Futures (ICE) US$ 0,08 abaixo do valor final de ontem, que foi de US$ 56,22.

Os preços do barril de petróleo se mantiveram estáveis no penúltimo dia de cotação do ano, deixando claro que não haverá sobressaltos nestas últimas jornadas.

O mercado se encontra à espera que os integrantes da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) tornem efetivo o acordo para reduzir a produção mensal de petróleo a partir de janeiro de 2017.

O Brent se revalorizou pouco mais de 12% desde que os países da Opep decidiram no último dia 30 de novembro diminuir sua produção mensal até 32,5 milhões de barris diários a partir do próximo mês de janeiro, o que representaria uma redução do fornecimento equivalente a 1,2 milhão de barris ao dia.

O minério de ferro negociado no porto de Gingdao, China, fechou em queda de 0,31% aos US$80,43.

 


Assuntos desta notícia