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Em dia de agenda praticamente vazia, os investidores dos mercados acionários globais ajustaram e mantiveram as atenções para as reações dos preços das commodities, em especial o petróleo.

Na Ásia, as bolsas fecharam sem direção com as empresas de tecnologia.

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Na Europa, os índices de peso reagiram de formas diferentes. As ações das empresas de saúde e de energia fecharam no positivo. Na contramão, os demais índices reagiram com a causa do Brexit.

Nos Estados Unidos, o novo programa de saúde que vai substituir o Obamacare voltou para a discussão no Senado. A reação foi imediata nas ações das empresas de saúde, que ganharam força. Ainda hoje, mesmo com o petróleo para cima e puxando os papéis das energéticas, as ações financeiras recuaram e derrubaram o S&P e o Dow Jones.

Por aqui, o radar ficou para o Relatório Trimestral de Inflação do Banco Central do Brasil, que revelou a deflação e projetou outro comportamento para o PIB brasileiro.

O quadro político segue confuso e com decisões jurídicas por todos os lados. Porém, as atenções dos mercados estão voltadas para o imbróglio das Reformas.

O Ibovespa manteve o ligeiro ganho e o dólar operou volátil.

ÁSIA

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta quinta-feira, com as ações das empresas de tecnologia.

Ao final da jornada, o índice MSCI Asian Pacific ficou em alta de 0,4% aos 155.07, com 10 grupos industriais em alta. O índice de tecnologia no MSCI ficou em alta de 0,7%, na carona do fechamento do Nasdaq ontem. O índice Asia Dow caiu 0,93% para 3.312. O Hang Seng, Hong Kong, ficou em queda de 0,57% aos 25.694. O Xangai Composite ficou em alta de 0,52% aos 3.156. Na Índia, o índice Sensex, bolsa de Bombai, ficou em queda de 0,04% aos 31.283. O Nikkei 225, bolsa do Japão, ficou em queda de 0,45% aos 20.138 pontos. O índice Kospi, Coreia do Sul, ficou em queda de 0,49% aos 2.357 pontos. O índice FTSE ST, Singapura, ficou em queda de 0,89% aos 3.201.

O Sapura Energy Bhd caiu 3,7% e a Inpex Corp. perdeu 1,5% quando o petróleo manteve perdas depois do declínio no mercado de urso. A Dexus caiu 5%, a maior perda desde dezembro de 2012, um dia depois de anunciar planos para colocar lotes de ações no mercado para utilizar os recursos na compra de torres de escritórios em Sydney.

EUROPA

As bolsas da Europa fecharam sem direção única nesta quinta-feira, com as empresas de energia apresentando ligeira recuperação depois que os preços do petróleo deram sinais de fortalecimento. As empresas farmacêuticas também subiram.

Ao final da jornada, o índice Stoxx Europe 600 ficou estável 388.53, em Londres; o FTSE-MIB (Milão) recuou 0,67% aos 20.930; o Ibex 35 (Madri) ficou em queda de 0,29% aos 10.709; o DAX 30 (Frankfurt) subiu 0,15% aos 12.794; o FTSE-100 (Londres) recuou 0,11% aos 7.439; o CAC 40 (Paris) subiu 0,15% aos 5.281 pontos; e o PSI-20 (Lisboa) ficou em queda de 0,51% aos 5.244.

As farmacêuticas subiram 2%, rastreando uma manifestação nos pares dos Estados Unidos, depois que os líderes republicanos do Senado revelaram um rascunho do plano de saúde proposto pelo presidente Donald Trump. As ações de energia reduziram as perdas em 0,3% ante o fechamento, reduzindo as perdas de 1,7% no início do dia.

Entre as ações que se deslocam em notícias corporativas, a Novartis AG subiu 5% depois que um estudo mostrou que uma de suas drogas reduz o risco cardiovascular em pessoas que sobreviveram a um ataque cardíaco.

ESTADOS UNIDOS

A bolsa de Nova York fechou em queda nesta quinta-feira, depois de uma operação em alta durante todo o dia, com as ações das financeiras e as ações de bens de consumo recuando e ofuscando os ganhos das empresas de saúde e biotecnologia. A reação do preço do petróleo não conseguiu manter os índices no azul.

Ao final, o S&P ficou em queda de 0,05% aos 2.434; o Dow Jones ficou em queda de 0,06% aos 21.397; e o Nasdaq ficou em alta de 0,04%.

O índice S & P 500 negociou em uma banda estreita, deslizando na meia hora final de negociação por seu terceiro declínio direto. A queda ofuscou a manifestação nas ações de saúde em meio à versão do Senado de uma reforma para a indústria farmacêutica. Os títulos do Tesouro subiram, empurrando o rendimento do Tesouro a 10 anos abaixo de 2,15%. O petróleo ficou abaixo de US $ 43 o barril em Nova York.

A proposta dos republicanos do Senado para substituir Obamacare proporcionaria US $ 50 bilhões adicionais em quatro anos para estabilizar os intercâmbios de seguros, embora quatro dos membros do partido expressassem oposição.

O índice de biotecnologia da Nasdaq promoveu o seu rali de quatro dias em 9%.

As ações de cuidados de saúde estavam entre os maiores ganhas, alta de 1,4%.

BRASIL

A bolsa de valores de São Paulo opera em alta nesta quinta-feira, com os investidores atentos para os preços das commodities e com as expectativas para as votações na próxima semana em Brasília. As elétricas dispararam com os preços do petróleo e notícias corporativas.

Ao final, o Ibovespa ficou no positivo em 0,84% aos 61.272 pontos. O volume financeiro ficou em 6,7 bilhões.O IEE ficou em alta de 2,85%.

As ações com ganhos
Cemig PN, alta de 6,33%; Eletrobras ON, alta de 6,41%; Eletrobras PNB, alta de 4,50%; e Estacio Part. ON, alta de 3,48%.

As ações com perdas
BR Malls ON, queda de 2,45%; Natura ON, queda de 1,87%; BRF ON, queda de 1,85%; Lojas Americanas PN, queda de 1,27%; e Cyrela Realt ON, queda de 1,08%.

A Petrobras ON ficou em alta de 2,11% e a PN, alta de 3,44%.

A Vale ON ficou em alta de 2,08% e a PN, alta de 1,61%.

Carteira Teórica

A Carteira Teórica, que passou a vigorar de 02 de maio a 01 de setembro no Ibovespa, mostra os cinco ativos com maior peso no índice: Itauunibanco PN (11,453%), Bradesco PN (8,244%), Ambev S/A ON (7,299%), Petrobras PN (5,331%) e Vale PNA (4,727%).

Moedas

O dólar comercial operou sem direção única nesta quinta-feira, com a atenção para o cenário doméstico.

Ao final , no interbancário, a moeda ficou cotada aos R$3,334 para a compra e R$3,335 para a venda, alta de 0,09% .

O euro seguia em R$3,721 para a compra e R$3,722 para a venda, queda de 0,05%.

A libra estava em R$4,233 para a compra e R$4,234 para a venda, alta de 0,19%.

“O mercado abriu em queda e começou a subir, refletido em partes pelo dia de ontem e também por não ter ocorrido as votações. Os investidores estão esperando pela reforma trabalhista – que deve ser a primeira em votação – para ver a força que o governo Temer tem depois dos últimos escândalos. Operadores com cautela também, em dia de pouca liquidez. A precificação ficou baseada no que ocorrerá no cenário político”, considera o diretor de câmbio da FB Capital, Fernando Bergallo.

O Banco Central do Brasil ofertou 8.200 contratos de swap cambial tradicional com vencimento para julho.

No cenário externo, o iene subiu 0,1% para 111,247 por dólar, fortalecendo-se pelo segundo dia.

O euro subiu 0,2% para US $ 1,1152.

O Índice Bloomberg Dollar Spot caiu 0,2%, liderado por perdas contra o dólar canadense, que se recuperou nos saltos do e dados de vendas de varejo surpreendentemente fortes.

Commodities

O contrato futuro para entrega em agosto do petróleo WTI ficou cotado a US$ 42,78 o barril, com alta de 0,59%.

O minério de ferro negociado no porto de Gingdao, China, fechou em alta de 0,51% a US$56,53 a tonelada seca e com 62% de pureza.


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