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BOA NOITE INVESTIDOR: Mercados Ainda Ajustando Expectativas

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Os mercados aqui e no exterior ainda ajustam expectativas na volta das férias no hemisfério norte. O petróleo segue sendo o grande diferencial com preços em queda e pressionando outras commodities e empresas ligadas ao segmento. Hoje o óleo WTI negociado em NY teve outra queda superior a 3,0%, mas não influiu tanto em Petrobras por conta de recomendações de compra de algumas instituições. O mesmo pode ser observado para Vale, mesmo com queda do minério no mercado spot chinês de 1,0%.

No segmento internacional tivemos a divulgação de indicadores de atividade PMI para diferentes países da Ásia e Europa, no geral mostrando desaceleração, mais muitos acima de 50 pontos, o que indica expansão. Citou a China acima de 50 pontos e Japão quase lá. Nos EUA os pedidos de auxílio desemprego da semana anterior cresceram 2000 posições para 263000 (esperado era 265000)e a produtividade da mão de obra encolheu 0,6% anualizada no segundo trimestre.

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Ainda nos EUA os investimentos em construção de julho ficaram estáveis, pior que a alta prevista de 0,5%. Já o ISM de Chicago também observou queda para 49,4 pontos, reforçando a tese de indicadores mistos para a economia americana. Apesar disso dirigentes do FED seguem acenando com discussões abertas de elevar juros ainda na reunião de setembro, o que achamos pouco provável. Na sequencia dos mercados o petróleo WTI encerrou em queda de 3,44%, com o barril cotado a US$ 43,16. O ouro e a prata tiveram dia de alta na Comex e commodities agrícolas com viés de alta. O minério de ferro no spot chinês em queda de 1,0%, com a tonelada em US$ 58,40.

NO segmento local mercados ainda ajustando para impeachment e seu entrono e também para o Copom que manteve porta aberta para eventualmente reduzir juros em outubro. Até lá ainda teremos a divulgação de dois IPCAs, um IPCA-15 e o relatório de trimestral de inflação que deve definir posição. O FMI também declarou que a perspectiva para o Brasil teve certa melhora nos últimos meses. Também foi anunciado que a balança comercial registrou superávit em agosto de US$ 4,1 bilhões, acumulando no ano superávit de US$ 32,4 bilhões.

Na sequencia dos mercados por aqui os DIs tiveram dia de queda de juros para todos os vencimentos seguindo leitura do comunicado do Copom e o dólar terminou em com alta de 0,76, cotado a R$ 3,251. Na Bovespa, faltando ainda um pregão para fechar o mês de agosto, os investidores estrangeiros tinham retirado liquidamente do mercado R$ 1,69 bilhão, mas o saldo do ano mostra ingresso de R$ 15,5 bilhões.

No mercado acionário dia de comportamento misto para as bolsas europeias. Londres perdeu 0,52%, Paris com leve alta de 0,03% e Frankfurt em queda de 0,56%. Madri e Milão com respectivamente +0,41% e -0,12%. No mercado am4ricano mais um dia de alta para o Dow Jones de 0,10% e Nasdaq com +0,27%. Na Bovespa dia de alta de 0,58% e índice em 58236 pontos. Petrobras e Vale em altas de respectivamente 1,17% e 2,97%.

Na agenda de amanhã teremos o IPC da Fipe de agosto e a produção industrial de julho com projeção próxima de zero. Nos EUA o saldo da balança comercial de julho, payroll de agosto, taxa de desemprego encomendas à indústria de julho e discurso de Lackers do FED de Richmond.

Boa noite


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