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O presidente BNDES, Paulo Rabello de Castro, e o vice-presidente de Países do BID, Alexandre Meira da Rosa, celebram nesta sexta-feira, em São Paulo, convênio de linha de crédito condicional no valor de US$ 2,4 bilhões. O objetivo do convênio é promover a produtividade brasileira mediante o financiamento de médio e longo prazo a investimentos privados em projetos de infraestrutura, de energia sustentável, e projetos produtivos das pequenas e médias empresas.

No marco do convênio, também foi assinado o primeiro contrato de empréstimo para o Programa de Financiamento para Energia Sustentável, cujo valor totaliza US$ 900 milhões, sendo US$ 750 milhões provenientes do BID e US$ 150 milhões aportados como contrapartida do BNDES.

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A maior parte dos recursos desse primeiro contrato de empréstimo será alocada em projetos de geração de energia eólica e tem potencial para financiar investimentos em capacidade instalada que superam os 600 MW.

O BID é historicamente o principal credor internacional do BNDES. Atualmente, o BNDES possui seis operações ativas com o BID, cujo saldo devedor, em junho de 2017, era de R$ 10,6 bilhões. Esse valor representa 55% do saldo total de captações externas realizadas pelo BNDES junto a organismos internacionais.

O relacionamento entre as instituições iniciou-se em 1964 e resultou, até então, na celebração de 21 contratos, com valor histórico que totaliza mais de US$ 8 bilhões. O último contrato de empréstimo foi celebrado em dezembro de 2010, no valor de US$ 1 bilhão, destinado ao apoio de projetos implementados por micro, pequenas e médias empresas.

A presente operação é resultado do memorando de entendimento celebrado em 2016, que formalizou a cooperação entre as instituições em diversas áreas, dentre as quais se destacam:

– “Financiamento verde”, incluindo, mas não se limitando às energias renováveis, eficiência energética e estruturação de títulos verdes (green bonds);

– Cofinanciamento de projetos estratégicos e estruturação de instrumentos que promovam a alocação de recursos privados, tais como a estruturação de mecanismos de garantia tanto pública como privada e de mercado de capitais; e

– Cofinanciamento a micro, pequenas e médias empresas (MPMEs), preferencialmente orientadas à modernização, ampliação de capacidade, inovação, tecnologia da informação e às tecnologias digitais, que contribuam para o aumento da produtividade e competitividade das MPMEs.


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