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RIO DE JANEIRO, 18 Jan (Reuters) – O motorista de um carro
de passeio perdeu o controle do veículo e invadiu o famoso
calçadão de Copacabana em um momento de grande circulação de
pessoas na noite desta quinta-feira, deixando ao menos 11
feridos, informou a polícia.
O carro preto atravessou o calçadão e a ciclovia, e só parou
na areia da praia, mostraram imagens de televisão. Diversos
feridos receberam atendimento dos bombeiros ainda no próprio
calçadão, um dos mais conhecidos cartões postais do Rio de
Janeiro.
A Polícia Militar informou pelo Twitter que o motorista
responsável pelo acidente foi detido e estava sendo encaminhado
para uma delegacia de Copacabana.
Segundo a PM, em princípio o número de feridos é de 11
pessoas. A emissora de TV Globonews disse, no entanto, que 15
pessoas ficaram feridas.
"Eu estava em uma reunião de trabalho… Eu estava reunido
com as pessoas quando ouvi um barulho. Foi um barulho só, um
grande estrondo e eu estava exatamente na direção de onde o
carro veio. O carro parou a um metro e meio de onde estava. Eu
vi de frente", disse à Reuters Ayrton Mandarino, de 53 anos,
presidente do instituto Footvolley 4Ever, que iniciará um
projeto no local.
"Eu não ouvi barulho de freada. Não sei se houve, mas em
princípio não. Só o estrondo… Logo em seguida, muita gente
voando, logo depois as cadeiras voando, e só depois que as
cadeiras voam, portanto uns quatro ou cinco metros de onde a
gente estava, é que a gente percebeu que era um carro e que ele
já vinha arrastando gente na frente dele", acrescentou.
Mandarino disse ter visto ao menos 10 pessoas feridas, entre
elas um garoto que quebrou a perna e uma mãe que estava com um
recém-nascido, também ferido. Ele afirmou que na hora do
atropelamento, por volta de 20h30, o calçadão estava lotado.
De acordo com o portal de notícias G1, o motorista alegou
ter sofrido um ataque epilético, mas a polícia ainda averiguava
a informação.
O calçadão de Copacabana tradicionalmente fica lotado de
cariocas e turistas durante as noites do verão, tanto pelos
diversos bares espalhados pela orla como pela ciclovia utilizada
por atletas.
Por causa do acidente, as duas faixas da Avenida Atlântica
foram parcialmente interditadas, uma vez que uma multidão se
reuniu no entorno do local para acompanhar o trabalho de socorro
às vítimas.

(Por Pedro Fonseca, com reportagem adicional de Eduardo Simões,
em São Paulo; Edição de Maria Pia Palermo)
(([email protected]; +55 21 5644-7505;
Reuters Messaging:
mariapia.palermo.reu[email protected]))

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