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RIO DE JANEIRO, 13 Fev (Reuters) – O presidente da Câmara,
Rodrigo Maia (DEM-RJ), admitiu nesta terça-feira que a aprovação
da reforma da Previdência é difícil, mas disse que ainda
acredita ser possível reunir os votos necessários para passá-la
desde que haja engajamento de prefeitos e governadores que
precisam da mudança nas regras devido às suas crises fiscais.
Para Maia, só com a mudança nas regras previdenciárias
cidades e Estados voltarão a ter fôlego para investir, gerar
empregos e crescer nos próximos anos.
"As mudanças vão ajudar municípios e Estados que estão
quebrados a voltar a investir. É importante que eles agreguem
votos e a gente precisa que eles ajudem", disse ele a
jornalistas no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, no Rio de
Janeiro.
O presidente da Câmara não comentou sobre quantos votos o
governo contabiliza para pautar a reforma na Câmara, mas
destacou que ela só será levada a votação se houver a certeza de
apoio suficientes.
Ele reiterou que o prazo para votar o projeto na Casa é o
fim deste mês, e que não há possibilidade de esse limite ser
estendido. Na semana passada, ele afirmou que se o texto não for
votado agora em fevereiro, deve ficar para o ano que vem,
ponderando que uma eventual votação em novembro dependeria do
presidente da República eleito.
Maia ainda afirmou que no mês que vem o DEM escolherá seu
pré-candidato à Presidência e, descartou a possibilidade de o
apresentador de TV Luciano Huck ser esse nome.
"Neste momento ele não faz parte mais do nosso projeto do
partido", disse.

(Por Rodrigo Viga Gaier; Edição de Camila Moreira)
(([email protected]; 55 11 5644-7729; Reuters
Messaging: [email protected]))

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