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BRASÍLIA, 16 Mai (Reuters) – A defesa do ex-presidente Luiz
Inácio Lula da Silva apresentou nesta quarta-feira ao ministro
Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), um pedido para
remeter as delações complementares do empresário Joesley Batista
–um dos donos da J&F, holding que controla a JBS —
não sejam remetidas ao juiz Sérgio Moro e sim para a Justiça
Federal do Distrito Federal.
O petista está preso desde o dia 7 de abril na sede da
polícia Federal em Curitiba, cumprindo pena de 12 anos e 1 mês
após condenação imposta por Moro, confirmada em seguida pelo
Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), no processo do
tríplex do Guarujá.
Os advogados alegam que já tramitam na Justiça de Brasília
três procedimentos de investigação oriundos dos termos de
colaboração que visam a apurar a suposta conta que o Grupo JBS
manteria em benefício de Lula ou do PT. Apesar disso, afirmam, a
Procuradoria-Geral da República decidiu distribuir informações
dos delatores da J&F entre Brasília e Curitiba.
Os defensores dizem que a posição da PGR contraria decisão
anterior da corte e pode levar o ex-presidente a ser investigado
por "fatos similares em juízos distintos".

(Reportagem de Ricardo Brito
Edição de Eduardo Simões)
(([email protected]; 55 11 5644 7759; Reuters
Messaging: [email protected]))

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