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17 Ago (Reuters) – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva
deu a largada nesta quinta-feira a um périplo por várias cidades
da Região Nordeste com uma visita a obras do metrô de Salvador,
na qual posou para várias fotos com operários e teve seu nome
gritado por eles, e iria encerrar o dia em um evento no estádio
da Fonte Nova.
Ao lado do governador da Bahia, o petista Rui Costa, Lula
visitou as obras do metrô soteropolitano de colete e capacete e
caminhou entre os operários sendo constantemente parado para
tirar fotos.
"Brasil urgente, Lula presidente" e "Ole, ole, ole, olá.
Lula, Lula" foram algumas das palavras de ordem proferidas pelos
operários e por lideranças e parlamentares petistas que
acompanharam o ex-presidente.
Ainda nesta noite, Lula participaria de evento na Fonte
Nova. O périplo pelo Nordeste, que será feito basicamente de
ônibus pelo ex-presidente, prevê a visita a 25 cidades até o dia
5 de setembro, quando Lula estará em São Luís, capital do
Maranhão.
"Estou fazendo uma grande viagem para ver as coisas de perto
e ouvir as pessoas e para dizer que o PT estará sempre ao seu
lado", disse Lula em vídeo divulgado antes do início do périplo
pelo Nordeste.
Lula já anunciou que pretende ser novamente candidato à
Presidência na eleição do ano que vem e lidera as pesquisas de
intenção de voto para a disputa de 2018.
O ex-presidente, no entanto, pode ser impedido de participar
da disputa caso o Tribunal Regional da 4ª Região (TRF-4)
confirme a condenação de nove anos e seis meses de prisão
imposta a Lula pelo juiz Sérgio Moro, responsável pelos
processos da operação Lava Jato na primeira instância, no
processo que trata de um apartamento tríplex no Guarujá, litoral
de São Paulo.
Além disso, Lula é réu em outros processos relacionados,
além da Lava Jato, às operações Zelotes e Janus.
O ex-presidente nega quaisquer irregularidades e diz que é
alvo de perseguição política por setores do Judiciário, da
Polícia Federal e do Ministério Público, que visam impedir sua
candidatura ao Palácio do Planalto no ano que vem.

(Por Eduardo Simões, em São Paulo; Edição de Alexandre Caverni)
(([email protected]; 55 11 5644 7759; Reuters
Messaging: [email protected]))

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