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Por Philip Blenkinsop
BRUXELAS, 23 Nov (Reuters) – Os legisladores da União
Europeia apoiaram majoritariamente nesta quinta-feira os planos
para controlar as exportações de dispositivos para interceptar
chamadas de celulares, invadir computadores ou contornar senhas,
que podem ser usadas por países estrangeiros para reprimir
adversários políticos ou ativistas.
No Comitê de Comércio do Parlamento Europeu, 34 membros
votaram a favor e um contra a atualização planejada dos
controles de exportação sobre produtos ou tecnologias de "dupla
utilização".
Desde 2009 o bloco controla as exportações de produtos de
dupla utilização, incluindo toxinas, laser e tecnologias de
navegação ou de energia nuclear, que podem ter aplicações civis
ou militares, mas também podem ser usados para fazer armas de
destruição em massa.
A UE considera que softwares de espionagem ou de invasão e
as tecnologias de vigilância das telecomunicações na Internet
ameaçam cada vez mais a segurança e os direitos humanos, e
propôs uma modernização do seu sistema de controle de exportação
para abranger a vigilância cibernética.
O movimento faz parte da estratégia do bloco europeu para
tirar proveito do vácuo comercial deixado pelo presidente
protecionista dos Estados Unidos, Donald Trump, tanto em termos
de acordos comerciais com outros países quanto na definição de
valores para o comércio global.
O novo projeto de lei agora passará por votação em uma
sessão plenária do Parlamento Europeu em dezembro ou janeiro e
depois será discutida com os países da UE nos próximos meses.

(Por Philip Blenkinsop)
((Tradução Redação São Paulo; +55 11 56447745))
REUTERS TH RBS

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