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BRASÍLIA, 31 Jan (Reuters) – O líder do governo no Senado,
Romero Jucá (MDB-RR), avaliou nesta quarta-feira que há uma
maior compreensão sobre a reforma da Previdência e apostou em
uma queda na rejeição do presidente Michel Temer, que está em 70
por cento de acordo com pesquisa Datafolha divulgada mais cedo.
Jucá defendeu ainda que o governo use o mês de fevereiro
para aferir os votos para a reforma da Previdência, antes da
data prevista de votação na Câmara dos Deputados, em 20 de
fevereiro.
O líder do governo, que também é presidente nacional do MDB,
não quis fazer prognósticos, mas afirmou que há maior
compreensão sobre a reforma.
"As pesquisas mostram que já há uma compreensão. A rejeição
da reforma, que era extremamente forte, agora não tem mais essa
força", disse.
O apoio à reforma da Previdência entre os deputados segue
estacionado na casa dos 270 votos favoráveis, mesmo patamar
anunciado por líderes da base aliada em dezembro, quando
decidiu-se adiar a votação da Proposta de Emenda à Constituição
da reforma da Previdência para fevereiro.
Por se tratar de uma PEC, a reforma precisa dos votos
favoráveis de 308 dos 513 deputados em dois turnos de votação
para ser aprovada na Câmara. Posteriormente, a medida terá
também de ser aprovada pelo Senado para entrar em vigor.
Jucá disse ainda que a rejeição ao governo Temer tende a
cair porque o governo tem o que mostrar.
"Pegamos um país destruído e estamos construindo em todas as
áreas ao mesmo tempo, não é fácil", disse.
"A tendência é da rejeição cair porque o governo tem o que
mostrar", avaliou.

(Reportagem de Lisandra Paraguassu; Edição de Eduardo Simões)
(([email protected]; +55.61.34267000;
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