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Acompanhe o comportamento dos principais índices dos mercados acionários globais nesta quarta-feira (26)

CENÁRIO EXTERNO

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ÁSIA- O Asia Dow ficou em alta de 0,42% aos 3.281. O Hang Seng ficou em alta de 050% aos 24.578. O Xangai ficou em alta de 0,20% aos 3.140. Na Índia, o índice BSE da bolsa de Bombai ficou em alta de 0,63% aos 30.133. O índice Kospi, Coreia do Sul, ficou em alta de 0,50% aos 2.207. O índice FTSE ST, Singapura, ficou em alta de 0,31% aos 3.173. O Nikkei 225 ficou em alta de 1,10% aos 19.289. As bolsas fecharam com ganhos nas sessões de hoje, seguindo o recorde em Wall Street, mais precisamente do Nasdaq acima dos 6 mil.Já a bolsa de Tóquio manteve o ganho em 1%, sem agenda relevante e com os investidores arriscando, ante o desempenho recente de indicadores econômicos, enquanto esperam o resultado da reunião do Banco Central (BoJ).  Não há expectativas de mudanças na política atual. O iene perdeu força frente ao dólar.

EUROPA- O índice Stoxx Europe 600 subia 0,03% aos 387.03, em Londres; o FTSE-MIB (Milão) estava em queda de 0,47% aos 20.710; o Ibex 35 (Madri) estava em queda de 0,55% aos 10.723; o DAX 30 (Frankfurt) estava em queda de 0,11% aos 12.453; o CAC 40 (Paris) estava em alta de 0,01% aos 5.278; o FTSE-100 (Londres) estava em queda de 0,14% aos 7.265; e o PSI-20 (Lisboa) estava em queda de 0,17% aos 5.037. As bolsas de valores europeias operam em território negativo, em grande parte, com a realização de lucros e em dia de início da reunião do Banco Central Europeu (BCE), que a exemplo do Japão não deverá mexer com a política monetária. A grande expectativa fica para a fala do presidente do BCE Mario Draghi. O euro é negociado a US$ 1,0898, recuando ante a cotação de US$ 1,0931 de ontem à tarde.

ESTADOS UNIDOS- O S&P (futuros) estava em queda de 0,06% aos 2.383; o Dow Jones (futuros) estava em queda de 0,04% aos 20.937; e o Nasdaq (futuros) estava em alta de 0,01% aos 5.549. Nos Estados Unidos, pelo menos a promessa do presidente Donald Trump em anunciar o plano de reforma tributária já mexeu com os mercados nas sessões de ontem. Trump vem prometendo reduzir a alíquota de impostos sobre as empresas de 35% atuais para 15%. Se adotada, deverá estimular a economia levando a alta dos juros e do dólar. O juro pago pelo T-Bond de 10 anos mostra ligeira tendência de alta nesta manhã, situando-se em 2,325% ao ano. O mesmo pode se dizer em relação à moeda americana. O índice DXY sobe 0,22% no momento, situando-se em 99,004 pontos. Os investidores mostram bom apetite ao risco, impulsionados por balanços corporativos.

Commodities

O minério de ferro negociado no porto de Gingdao, China, fechou em alta de 0,83% a US$66,62 a tonelada seca e com 62% de pureza.

O futuro do petróleo tipo WTI, com vencimento em junho, é negociado a US$ 49,25 o barril, com queda de 0,63%.

CENÁRIO INTERNO

BRASIL- A B3 deve operar no azul, com os investidores atentos para a votação no Plenário da Câmara do texto da Reforma Trabalhista. O governo sofreu um revés ao não conseguir evitar a rejeição do destaque que previa a elevação da alíquota de Previdência Social dos servidores estaduais para 14%. Na votação trabalhista se houver quórum (257 deputado) basta maioria simples dos presentes para aprovar o projeto. Outro grande problema para o governo diz respeito à questão dos Estados endividados, com destaque para o Rio de Janeiro.

AGENDA- Quarta-feira

No Japão será apresentado o Índice de Atividade da Indústria e a Reunião do BoJ.Na China, o Lucro Industrial. No Brasil, a Confiança do Consumidor, Custos de Construção, Empréstimos totais, Taxa de Inadimplência, Fuxo Cambial. Nos Estados Unidos, os Estoques de Petróleo.


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