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Acompanhe um resumo das agendas econômicas globais desta quarta-feira (12).  O destaque fica para o resultado das vendas do varejo do Brasil.

ÁSIA

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No Japão, o Índice de Preços ao Produtor manteve-se inalterado em relação ao mês anterior.  O Índice de Preços de Exportação (base de moeda do contrato) caiu 0,2% em relação ao mês anterior. O Índice de Preços de Importação (base de moeda do contrato) caiu 0,8% em relação ao mês anterior. Os números são do Banco do Japão.

No Japão, o índice da atividade terciária da indústria é 104,9, queda de 0,1% em relação ao mês anterior e um decréscimo de 2 meses pela primeira vez. Se dividirmos o índice de atividade da indústria terciária para os indivíduos e para o escritório, os serviços por pessoa, o índice é de 105,8, queda de 0,4% e uma redução nos dois meses pela primeira vez. Os serviços setoriais amplo é de 104,3, , alta de 0,1% por três meses consecutivos.

EUROPA

Na Zona do Euro (EA19), em maio 2017 na comparação com abril de 2017, a produção industrial ajustada cresceu 1,3% na EA19 e de 1,2% na União Europeia (EU28), de acordo com estimativas do Eurostat, o escritório estatístico da União Europeia. Em abril 2017, a produção industrial aumentou de 0,3% em EA19 e de 0,1% no EU28. Em maio 2017, em comparação com maio de 2016, a produção industrial cresceu 4,0% em ambas as zonas.

Na Zona do Euro, o aumento de 1,3% se deu com produção de bens de capital subindo 2,3%, bens de consumo duráveis ​​de 1,8%, bens de consumo não duráveis, 1,2%, a energia de 0,9% e produtos intermédios de 0,3%.

No EU28, o aumento de 1,2% se deu com a produção de bens de aumento de 2,0%, de bens de consumo duradouros em 1,8%, bens de consumo não duráveis ​​de 1,0%, 0,7% de energia e produtos intermédios de 0,6%.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis, os maiores aumentos na produção industrial foram registrados na Lituânia (+ 3,8%), Romênia (+ 3,5%) e República Checa (+ 3,3%), e as maiores quedas em Portugal (-1,0%) e Malta (-0,9%).

O aumento de 4,0% na produção industrial na EA19 em maio de 2017, em comparação com maio de 2016, é devido à produção de bens de consumo duráveis ​​aumento de 7,5%, bens de capital em 5,5%, bens intermediários 3,8%, não duráveis bens de consumo de 2,6% e energia 2,2%.

No EU28, o aumento de 4,0% é devido à produção de bens de consumo duráveis ​​aumento de 6,8%, bens de capital de 6,1%, bens intermediários 4,9%, bens de consumo não-duráveis ​​de 2,4% e energia em 1,1%.

Entre os Estados-Membros para os quais existem dados disponíveis, os maiores aumentos na produção industrial foram registadas na Romênia (+ 14,6%), Estônia (+ 12,6%) e República Checa (+ 10,7%). Reduções foram observadas em Malta e no Reino Unido (ambos -0,7%).

Na Alemanha, conforme relatado pelo Escritório Federal de Estatística (Destatis), os preços de venda no comércio por atacado aumentaram 2,5% em junho 2017 em relação ao mês correspondente do ano anterior. Em maio de 2017 e em abril de 2017, a taxas anuais de variação ficaram em alta de 3,1% e 4,7%, respectivamente.

No Reino Unido, as estimativas do setor de trabalho mostram que, entre dezembro 2016 a fevereiro de 2017 e março-maio 2017, o número de pessoas empregadas aumentou, o número de desempregados caiu, e o número de pessoas com idades entre 16-64 não trabalhando e não procurando ou disponível para trabalhar (inativas) também caiu. Havia 32.01 milhões de pessoas no trabalho, mais 175 mil do que para dezembro 2016 a fevereiro de 2017 e 324 mil mais do que um ano antes. A taxa de ocupação (proporção de pessoas com idade de 16 a 64 que estavam no trabalho) foi de 74,9%, o maior desde que os registros comparáveis começaram em 1971.

ESTADOS UNIDOS

Nos Estados Unidos, as entradas nas refinarias de petróleo bruto para a semana encerrada em 07 de julho estavam, em média, a 17,2 milhões de barris por dia, ou seja, 103 mil barris por dia a mais do que a média da semana anterior. Os dados são da Agência de Energia dos Estados Unidos.

Os estoques de petróleo bruto comercial, fora os da Reserva Estratégica, caíram 7,6 milhões de barris da semana anterior, acima da estimativa de 3,2 milhões de barris. Em 495,4 milhões de barris, os estoques de petróleo bruto estavam  na metade superior da faixa média para esta época do ano. O estoque total de petróleo comercial diminuiu em 3,9 milhões de barris na semana passada.

A produção de gasolina aumentou na semana passada, com média de cerca de 10,5 milhões de bpd. A produção de combustível destilado aumentou na semana passada, com média de mais de 5,3 milhões de bpd.

As importações de petróleo bruto, em média, estavam em mais de 7,6 milhões de bpd na última semana, abaixo em 132 mil bpd da semana anterior. Ao longo das últimas quatro semanas, as importações de petróleo bruto estavam em mais de 7,8 milhões de bpd, 3,0% abaixo do mesmo de quatro semanas do mesmo período de 2016.

As importações totais de gasolina para motores (incluindo acabada e componentes da mistura) na semana encerrada em 07 de julho estavam em 528 mil bpd. As importações de combustíveis destilados, em média, eram 125mil bpd também na semana passada.

Os estoques de gasolina diminuíram em 1,6 milhões de barris última semana, mas estão na metade superior do intervalo médio. Os estoques de gasolina final aumentaram, enquanto componentes de mistura diminuíram na última semana. Os estoques de combustível destilados subiram 3,1 milhões de barris na última semana e estão acima do limite superior de a gama média para esta época do ano. Os estoques de propano / propeno aumentaram 1,7 milhões de barris na semana passada, mas estão na metade inferior da faixa média.

As refinarias operaram com 94,5% de sua capacidade na semana passada.

Ainda hoje será apresentado relatório do Federal Reserve para o primeiro semestre de 2017 e também o Livro Bege.

BRASIL

O IBGE divulgou na manhã desta quarta-feira o resultado das vendas do varejo nacional. Em maio de 2017, o comércio varejista nacional registrou variação de -0,1% no volume de vendas em relação ao mês imediatamente anterior, na série ajustada sazonalmente. Para essa mesma comparação, a receita nominal mostrou variação de 0,2%. Ainda na série com ajuste sazonal, o índice de média móvel trimestral voltou a sinalizar estabilidade tanto para volume de vendas (-0,1%), quanto para receita nominal (0,0%).

No confronto com igual mês do ano anterior, na série sem ajuste sazonal, o volume de vendas apontou crescimento de 2,4%, segunda taxa positiva consecutiva no ano. Com isso, o índice de volume do varejo acumulou recuo de 0,8% nos cinco primeiros meses do ano. O indicador acumulado nos últimos doze meses, com queda de 3,6% em maio de 2017, permaneceu sinalizando redução no ritmo de queda iniciado em outubro de 2016 (-6,8%). Para as mesmas comparações, a receita nominal de vendas apresentou variação de 3,1%, 1,8% e de 3,5%, respectivamente . O comércio varejista ampliado, que inclui além do varejo as atividades de Veículos, motos, partes e peças e de Material de construção, registrou queda de 0,7% sobre o mês imediatamente anterior para o volume de vendas e de -1,2% para receita nominal, na série com ajuste sazonal. Em relação a maio de 2016, o varejo ampliado mostrou crescimento de 4,5% tanto para o volume de vendas, quanto para receita nominal de vendas. No que tange aos resultados acumulados, as taxas foram de -0,6% no ano e de -5,2% nos últimos 12 meses, para o volume de vendas, e de 1,1% e 0,2% para a receita nominal, respectivamente.

Quatro atividades registram taxas negativas no comércio varejista

No decréscimo de 0,1% no volume de vendas do comércio varejista na passagem de abril para maio de 2017, na série com ajuste sazonal, quatro atividades registraram taxas negativas, com destaque para Tecidos, vestuário e calçados (-7,8%); Livros, jornais, revistas e papelaria (-4,5%); Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-2,8%); e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,1%). Por outro lado, entre os quatro setores que ampliaram as vendas nesse mês, os desempenhos de maior importância para a média global foram registrados em Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,4%); seguido por Móveis e eletrodomésticos (1,2%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,9%); e Combustíveis e lubrificantes (0,6%).

O comércio varejista ampliado, ainda na série ajustada sazonalmente, mostrou variação negativa para o volume de vendas entre abril e maio de 2017 (-0,7%). Veículos e motos, partes e peças, após relativa estabilidade (-0,1%), avançou 1,2% frente a abril, enquanto em Material de construção, o crescimento foi de 1,9% para essa mesma comparação, compensando a maior parte do recuo de 2,0% registrado no mês anterior.

Em maio de 2017, o comércio varejista nacional registrou variação de -0,1% no volume de vendas em relação ao mês imediatamente anterior, na série ajustada sazonalmente. Para essa mesma comparação, a receita nominal mostrou variação de 0,2%. Ainda na série com ajuste sazonal, o índice de média móvel trimestral voltou a sinalizar estabilidade tanto para volume de vendas (-0,1%), quanto para receita nominal (0,0%).

No confronto com igual mês do ano anterior, na série sem ajuste sazonal, o volume de vendas apontou crescimento de 2,4%, segunda taxa positiva consecutiva no ano. Com isso, o índice de volume do varejo acumulou recuo de 0,8% nos cinco primeiros meses do ano. O indicador acumulado nos últimos doze meses, com queda de 3,6% em maio de 2017, permaneceu sinalizando redução no ritmo de queda iniciado em outubro de 2016 (-6,8%). Para as mesmas comparações, a receita nominal de vendas apresentou variação de 3,1%, 1,8% e de 3,5%, respectivamente .

O comércio varejista ampliado, que inclui além do varejo as atividades de Veículos, motos, partes e peças e de Material de construção, registrou queda de 0,7% sobre o mês imediatamente anterior para o volume de vendas e de -1,2% para receita nominal, na série com ajuste sazonal. Em relação a maio de 2016, o varejo ampliado mostrou crescimento de 4,5% tanto para o volume de vendas, quanto para receita nominal de vendas. No que tange aos resultados acumulados, as taxas foram de -0,6% no ano e de -5,2% nos últimos 12 meses, para o volume de vendas, e de 1,1% e 0,2% para a receita nominal, respectivamente.

No decréscimo de 0,1% no volume de vendas do comércio varejista na passagem de abril para maio de 2017, na série com ajuste sazonal, quatro atividades registraram taxas negativas, com destaque para Tecidos, vestuário e calçados (-7,8%); Livros, jornais, revistas e papelaria (-4,5%); Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-2,8%); e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,1%). Por outro lado, entre os quatro setores que ampliaram as vendas nesse mês, os desempenhos de maior importância para a média global foram registrados em Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,4%); seguido por Móveis e eletrodomésticos (1,2%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,9%); e Combustíveis e lubrificantes (0,6%).

O setor de Móveis e eletrodomésticos, com variação de 13,8% no volume de vendas em relação a maio do ano passado, registrou o principal impacto positivo na formação da taxa global do varejo (2,4%). No mês de comemoração do Dia das Mães, a dinâmica das vendas desse segmento, em maio de 2017, pode ser associada à redução da taxa de juros às pessoas físicas e a recomposição da massa de rendimentos reais habitualmente recebidos. As vendas desse segmento acumuladas no ano mostraram avanço de 4,6% e, no acumulado em 12 meses, a taxa ainda permanece no campo negativo (-4,7%).

O segmento de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo registrou volume de vendas estável frente a maio de 2016. Em termos de resultados acumulados, a atividade apresentou variação no ano de -0,9% e nos últimos 12 meses de -2,0%.

O segmento de Combustíveis e lubrificantes apresentou recuo de 0,9% no volume de vendas em relação a maio de 2016, pressionando negativamente à taxa global do varejo. No acumulado no ano a variação foi de -4,3%, enquanto que nos últimos 12 mês foi de -7,0%.

Em relação ao comércio varejista ampliado, 22 das 27 Unidades da Federação registraram resultados positivos, em termos de volume de vendas, na comparação com maio de 2016, destacando-se, com as taxas mais elevadas, Espírito Santo (14,9%) e Amazonas (13,7%). Quanto às maiores participações positivas na composição da taxa do comércio varejista ampliado, figuram São Paulo (2,9%); Rio Grande do Sul (12,3%); Santa Catarina (12,9%); e Rio de Janeiro (5,9%).

No Brasil, o Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade (IPC-3i), que mede a variação da cesta de consumo de famílias majoritariamente compostas por indivíduos com mais de 60 anos de idade, registrou no segundo trimestre de 2017, variação de 0,50%. Em 12 meses, o IPC-3i acumula alta de 3,51%. Com este resultado, a variação do indicador ficou acima da taxa acumulada pelo IPC-BR, que foi de 3,44%, no mesmo período. Os dados são da FGV/IBRE.

Na passagem do primeiro trimestre de 2017 para o segundo trimestre de 2017, a taxa do IPC-3i registrou decréscimo de 0,87 ponto percentual, passando de 1,38% para 0,50%. Cinco das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Habitação, cuja taxa passou de 2,02% para 0,40%. O item que mais influenciou o comportamento desta classe de despesa foi tarifa de eletricidade residencial, que variou -2,46%, no segundo trimestre, ante 5,76%, no anterior.

Contribuíram também para o decréscimo da taxa do IPC-3i os grupos: Alimentação (1,12% para -0,94%), Educação, Leitura e Recreação (2,95% para 0,08%), Transportes (0,39% para -0,52%) e Despesas Diversas (1,51% para 1,16%). Para cada uma destas classes de despesa, vale citar o comportamento dos itens: frutas (1,97% para -19,22%), cursos formais (9,19% para 0,00%), tarifa ônibus urbano (4,48% para 0,83%) e cigarros (1,72% para 0,00%), respectivamente.

Em contrapartida, os grupos Saúde e Cuidados Pessoais (1,74% para 2,70%), Comunicação (-1,07% para 0,75%) e Vestuário (-0,19% para 1,18%) apresentaram acréscimo em suas taxas de variação. Os itens que mais contribuíram para estes movimentos foram: medicamentos em geral (0,13% para 3,43%), tarifa de telefone residencial (-3,75% para -0,22%) e roupas (-1,09% para 1,58%), respectivamente.


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