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SEUL, 19 Jan (Reuters) – Um grupo de consumidores
sul-coreanos apresentou uma queixa criminal contra o
presidente-executivo da Apple , Tim Cook, por causa de
iPhones mais lentos, após investigações na Europa de alegações
de que a empresa estaria deliberadamente reduzindo a vida de
seus aparelhos.
A Apple já está enfrentando ações judiciais nos Estados
Unidos e em outros lugares por ter fraudado usuários do iPhone,
ao deixar os dispositivos mais lentos, sem aviso prévio, para
compensar o baixo desempenho da bateria e forçar os clientes a
comprarem telefones novos.
O grupo de defesa dos consumidores sul-coreanos, Citizens
United for Consumer Sovereignty, em sua queixa apresentada na
quinta-feira acusou a Apple de destruição de bens e fraude.
"Por causa de seus fãs leais, a Apple tem que assumir a
responsabilidade sobre os iPhones mais lentos", disse à Reuters
Park Soon-jang, um funcionário do grupo, por telefone na
sexta-feira.
O grupo também representa cerca de 120 querelantes em uma
ação de danos civis contra a Apple apresentada no início deste
mês.
O Ministério Público do Distrito Central de Seul não
respondeu ao questionamento se iniciaria uma investigação sobre
a Apple após a queixa do grupo de consumidores.
A Apple Korea, subsidiária sul-coreana da empresa de
tecnologia dos EUA, não estava imediatamente disponível para
comentar.
Em dezembro, a empresa com sede na Califórnia reconheceu que
o software do iPhone pode diminuir a velocidade de alguns
telefones com problemas de bateria e pediu desculpas pela
questão. No entanto, a companhia disse que nunca faria nada para
diminuir intencionalmente a vida de qualquer produto da Apple.
A Apple lançará uma atualização de software que permitirá
aos usuários desligar um recurso que retarda os iPhones quando
as baterias estão com pouca carga, disse o presidente-executivo
da emrpesa à ABC News na quarta-feira.
((Tradução Redação São Paulo, +5511 5644 7719))
REUTERS RBS GM


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