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WASHINGTON, 16 Abr (Reuters) – O presidente dos Estados
Unidos, Donald Trump, adiou a imposição de sanções adicionais
sobre a Rússia e não deve aprová-las, a menos que Moscou realize
um novo ataque cibernético ou alguma outra provocação, disse uma
autoridade sênior do governo nesta segunda-feira.
A embaixadora dos EUA na Organização das Nações Unidas,
Nikki Haley, disse no domingo que Washington estava preparando
novas sanções contra a Rússia devido ao seu apoio ao presidente
sírio, Bashar al-Assad.
"A embaixadora saiu na frente desta vez", disse à Reuters a
autoridade do governo que lida com a questão, sob condição de
anonimato.
O Washington Post informou primeiro que Trump havia
interrompido um plano de sanções econômicas adicionais à Rússia.
A autoridade disse que Trump estava preocupado que impor
imediatamente mais sanções, logo depois dos ataques do fim de
semana contra Assad liderados pelos EUA, interferiria em seus
esforços para negociar acordos com o presidente russo, Vladimir
Putin, para combater o extremismo islâmico, policiar a internet
e outras questões.
Os EUA tomaram recentemente uma série de medidas contra a
Rússia, incluindo a expulsão de diplomatas devido a um caso de
envenenamento no Reino Unido e a imposição de sanções contra 24
russos, incluindo aliados de Putin, por causa da interferência
nas eleições presidenciais norte-americanas e outras "atividades
malignas". Moscou nega qualquer irregularidade.
(Por John Walcott; Reportagem adicional por James Oliphant,
Steve Holland e Lesley Wroughton)
((Tradução Redação São Paulo, +5511 5644 7721))
REUTERS IM TR


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