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BRASÍLIA, 6 Dez (Reuters) – O governador de Minas Gerais,
Fernando Pimentel (PT), virou réu por corrupção passiva e
lavagem de dinheiro em denúncia oferecida pelo Ministério
Público Federal (MPF), mas o petista vai permanecer no cargo
durante o processo, decidiu nesta quarta-feira a Corte Especial
do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Pimentel foi acusado pelo MPF de ter pedido e recebido 15
milhões de reais em propina para favorecer a construtora
Odebrecht na época em que foi ministro do Desenvolvimento,
Indústria e Comércio do governo Dilma Rousseff. A acusação
baseou-se em denúncia feita a partir da delação de executivos da
empreiteira.
A defesa do petista nega irregularidades.
Pimentel agora vai responder ao processo criminal e, ao
final, ele será julgado e poderá ser condenado ou absolvido.
A operação Acrônimo, que foi deflagrada originalmente em
2015, investiga uma série de irregularidades, como caixa 2 de
campanha e pagamentos indevidos a Pimentel quando era ministro
de Dilma.

(Por Ricardo Brito; Edição de Alexandre Caverni)
(([email protected]; 5511 56447702; Reuters
Messenger: [email protected]))

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