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Por Jan Strupczewski
LA MALBAIE, Canadá, 8 Jun (Reuters) – Os líderes do Grupo
dos Sete (G7) irão concordar nesta sexta-feira em compartilhar
informações entre eles mesmos e trabalhar com provedores de
serviços de internet e companhias de redes sociais para frustrar
envolvimento estrangeiro nas eleições em seus países, segundo um
esboço de comunicado do encontro de cúpula.
O esboço, visto pela Reuters, também diz que o G7 – formado
por Estados Unidos, Canadá, Japão, Reino Unido, Itália, Alemanha
e França – concordou em garantir alta transparência de
financiamentos para partidos políticos e todas propagandas
políticas, especialmente durante campanhas eleitorais.
O esboço é uma referência levemente velada às acusações
feitas pelos Estados Unidos e por governos de alguns países da
União Europeia de que a Rússia interferiu em suas eleições.
Moscou negou as acusações, que nos Estados Unidos teriam
incluído uma campanha de ataques cibernéticos a redes de
partidos políticos e compartilhamento de informações falsas
através das redes sociais para ajudar Donald Trump a se tornar
presidente.
“Agentes estrangeiros buscam prejudicar nossas sociedades e
instituições democráticas, nossos processos eleitorais, nossa
soberania e nossa segurança”, disseram os líderes do G7 no
esboço.
“Estas táticas maliciosas, multifacetadas e em constante
evolução constituem uma séria ameaça estratégica que nós nos
comprometemos a confrontar juntos, trabalhando com outros
governos que compartilham nossos valores democráticos.”
A Rússia foi expulsa em 2014 do que era então chamado de G8
por ter anexado a Crimeia da Ucrânia.
((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447759))
REUTERS ES


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