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Por Dustin Volz e David Ingram
WASHINGTON/SAN FRANCISCO, 26 Jan (Reuters) – O Facebook
disse ao Congresso dos Estados Unidos que russos criaram
129 eventos na rede sociais durante a campanha eleitoral dos EUA
de 2016, esclarecendo mais detalhes sobre a suposta ação de
desinformação da Rússia dirigida aos eleitores norte-americanos.
A empresa, em uma declaração escrita aos legisladores dos
EUA divulgada na quinta-feira e datada de 8 de janeiro, disse
que 338.300 contas diferentes do Facebook visualizaram os
eventos e que 62.500 confirmaram presença. A empresa disse que
não tinha dados sobre qual dos eventos aconteceu.
Cópias das páginas desses eventos que surgiram desde então
mostram que pelo menos alguns deles eram comícios políticos
centrados em assuntos polêmicos, como a questão da imigração.
A Rússia nega as conclusões das agências de inteligência dos
EUA de que tentou interferir na democracia norte-americana.
O Facebook já disse anteriormente que cerca de 126 milhões
de norte-americanos podem ter visto conteúdo político financiado
por russos no Facebook durante um período de dois anos, e que 16
milhões podem ter sido expostos à informações russas no
Instagram.
Facebook, Twitter e Google, da Alphabet ,
testemunharam sobre o mau uso de seus serviços para três comitês
do Congresso dos EUA em outubro e novembro.
Também em sua resposta escrita às perguntas de
acompanhamento, o Facebook disse que, no ano passado, removeu a
empresa russa Kaspersky Lab de sua lista anti-vírus gratuitos
para usuários que acessam suas redes sociais a partir de um
computador que pode estar infectado com códigos maliciosos.
Em respostas escritas separadas, o Google disse que a
Kaspersky Lab não foi aprovada para uso em seus sistemas
corporativos. O Twitter também disse que não usava produtos da
empresa russa.

(Por Dustin Volz e David Ingram)
((Tradução Redação São Paulo; +55 11 56447745))
REUTERS TH LG

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