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Por Sumeet Chatterjee e Sankalp Phartiyal
HONG KONG/MUMBAI, 12 Abr (Reuters) – O Walmart deve
chegar a um acordo para comprar uma fatia majoritária do grupo
indiano de comércio eletrônico Flipkart até o fim de junho, no
que pode ser a maior aquisição de negócio online já feita pela
gigante varejista norte-americana, disseram duas pessoas com
conhecimento direto do assunto.
Na semana passada, a Reuters noticiou que o Walmart havia
concluído o processo de due diligence e feito uma proposta para
comprar 51 por cento ou mais da Flipkart por algo entre 10
bilhões e 12 bilhões de dólares.
Um acordo com a Flipkart deve acirrar a disputa do Walmart
com a Amazon.com por maior participação no incipiente
mercado de comércio eletrônico da Índia, que o Morgan Stanley
estima que será avaliado em 200 bilhões de dólares em uma
década.
Segundo a mídia local, a Amazon estaria explorando uma
possível contraoferta pela Flipkart.
Ambas as fontes se recusaram a ser identificadas porque as
negociações são privadas.
O Walmart comprará tanto as ações novas e as existentes da
Flipkart, com os novos papéis devendo avaliar a companhia com
sede em Bengaluru em pelo menos 18 bilhões de dólares, segundo
as fontes. Já o preço das ações existentes avalia a empresa em
cerca de 12 bilhões de dólares, disse uma das fontes.
O japonês SoftBank Group , que detém quase 20 por
cento da Flipkart por meio do fundo Vision, não deve vender
nenhuma de suas ações devido ao preço baixo ofertado pelos
papéis existentes, afirmou a mesma fonte.
A Reuters noticiou anteriormente que investidores iniciais
como Tiger Global, Accel e Naspers provavelmente venderão todas
suas fatias no Flipkart para o Walmart, se o acordo for fechado.
Um acordo ainda não foi finalizado, e as negociações entre o
Walmart, o Flipkart e seus investidores ainda estão em
andamento, disse uma das fontes.
Flipkart também tem eBay , Tencent Holding
e Microsoft Corp entre seus investidores.
A empresa indiana não respondeu ao pedido de comentário e um
representante do Walmart na Índia se recusou a comentar o
assunto, enquanto o SoftBank disse que não comentaria
especulações.
((Tradução Redação São Paulo; 55 11 56447553))
REUTERS GM FB


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