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WASHINGTON, 17 Jan (Reuters) – O ex-estrategista da Casa
Branca Steve Bannon fechou um acordo para ser entrevistado pela
equipe do procurador especial norte-americano Robert Mueller, em
vez de se apresentar perante um júri, relatou a CNN nesta
quarta-feira, citando fontes próximas a Bannon.
Bannon havia sido intimado a testemunhar perante um grande
júri na investigação de Mueller sobre suposto envolvimento russo
na eleição presidencial norte-americana de 2016 e quaisquer
laços com a campanha do presidente Donald Trump, de acordo com
uma pessoa familiar à questão.
Um porta-voz de Mueller se negou a comentar sobre o relato
da CNN. Um advogado que representou Bannon em uma aparição
perante o Comitê de Inteligência da Câmara dos Deputados na
terça-feira não pôde ser imediatamente contatado.
Bannon foi um assessor próximo durante a campanha de Trump e
nos primeiros meses de Trump na Presidência, mas foi demitido de
seu cargo na Casa Branca em agosto, conforme o presidente buscou
estabelecer mais ordem sobre operações de sua equipe.
Mais cedo neste mês, Trump atacou Bannon por comentários que
o ex-estrategista fez a um livro altamente crítico ao presidente
e sua família. Entre os comentários estão observações mordazes
sobre Donald Trump Jr., filho mais velho do presidente, por se
encontrar durante a campanha com um advogado russo que disse ter
informações prejudiciais sobre a candidata democrata Hillary
Clinton.
Mueller está investigando acusações de que a Rússia
interferiu na campanha de 2016 para tentar inclinar a votação a
favor de Trump, assim como qualquer possível conluio da campanha
de Trump com Moscou. A Rússia nega qualquer tentativa de
interferência e Trump negou qualquer conluio.
(Reportagem de Susan Heavey; Reportagem adicional de Karen
Freifeld)
((Tradução Redação São Paulo, 55 11 56447505))
REUTERS MPP


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