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Por Yeganeh Torbati
WASHINGTON, 8 Jan (Reuters) – Cerca de 200 mil imigrantes de
El Salvador que podem viver e trabalhar nos Estados Unidos desde
2001 perderão o direito de permanecer no país em 2019, disseram
autoridades nesta segunda-feira, marcando o mais recente
movimento da administração de Donald Trump para endurecer as
leis de imigração.
Os Estados Unidos encerrarão o status de proteção temporária
dos salvadorenhos (TPS, na sigla em inglês) em 9 de setembro de
2019, dando-lhes 18 meses para deixar os EUA ou buscar
residência legal, e para El Salvador se preparar para o retorno
deles, disseram autoridades. O status foi concedido depois de
dois terremotos devastadores em 2001 no país latino-americano,
que deixaram centenas de milhares sem abrigo.
A decisão de encerrar o TPS para os salvadorenhos é parte da
iniciativa do governo de endurecer as leis de imigração e
expulsar os que vivem nos Estados Unidos ilegalmente.
A decisão do governo norte-americano foi fortemente
criticada por defensores de imigrantes que disseram que ela
ignorara a violência em El Salvador e deu poucas opções aos
salvadorenhos.
O governo Trump tem enfrentado uma série de prazos ao longo
do último ano para decidir sobre o fim do status de proteção de
imigrantes nos Estados Unidos, cujos países de origem foram
afetados por desastres.
Os salvadorenhos formam o maior grupo sob o TPS, disseram
membros da administração do programa, que supostamente deve
fornecer um abrigo temporário para as vítimas, e não um direito
de permanecer nos Estados Unidos.
Os críticos têm reclamado que o TPS tem permitido que os
imigrantes ampliassem repetidamente suas estadias com
prolongamentos de seis meses a 18 meses.
(Por Yeganeh Torbati)
((Tradução Redação São Paulo; +55 11 56447745))
REUTERS TH AC


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