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Por Dan Whitcomb
13 Set (Reuters) – Um estudante portando duas armas abriu
fogo em sua escola perto de Spokane, no Estado norte-americano
Washington, nesta quarta-feira, matando um colega de classe e
ferindo três outros antes de ser apreendido por um funcionário,
disse o xerife local.
O estudante morto estava tentando convencer o atirador, cuja
primeira arma havia emperrado, a não realizar o ataque quando
foi morto a tiros, afirmou o xerife do condado de Spokane, Ozzie
Knezovich, a repórteres.
O atirador então disparou contra três outros alunos em um
corredor no segundo andar da Freeman High School em Rockford,
Washington, disse Knezovich. As vítimas sobreviventes, em meados
da adolescência, estavam em condições estáveis, informou um
hospital local.
Knezovich se negou a identificar o suspeito ou discutir o
que pode ter motivado a violência armada em detalhes, mas disse:
"Parece um caso de uma situação relacionada a bullying".
Ele declarou que o funcionário da escola, que descreveu como
"muito corajoso", conseguiu capturar o atirador antes de
policiais chegarem ao local para levarem o agressor sob
custódia. Ele estava sendo mantido na prisão juvenil do condado
de Spokane.
"Por sorte aquela (arma) emperrou. Isto teria sido muito
pior se não tivesse", disse Knezovich. "Estes são eventos sem
sentido e trágicos que realmente não precisam acontecer e que
realmente não entendo".
"Mas precisamos descobrir o que há de errado com nossa
sociedade, que nossas crianças decidem que precisam pegar em
armas para lidar com as questões que estão enfrentando", disse.
Uma garota que testemunhou o ataque a tiros disse à rede
local KREM-TV que o atirador, um colega de classe desde a escola
primária, andou pelo corredor com uma pistola e uma segunda
arma, aparentando estar calmo conforme atirava contra suas
vítimas e o teto.
A jovem disse que o suspeito era um menino "extrovertido" e
ela pensava não ser capaz de tal violência. Mas ela afirmou que
outros alunos lhe disseram que ele havia feito uma publicação
ameaçadora sobre suas intenções em uma conta nas redes sociais.
Após o ataque a tiros na escola de 327 alunos, alguns pais
abandonaram seus carros presos no trânsito e andaram por mais de
um quilômetro para chegar até seus filhos, relatou a rede
KHQ-TV.
(Por Dan Whitcomb, em Los Angeles; Reportagem adicional de
Suzannah Gonzales, Chicago, Sharon Bernstein, em Sacramento, e
Derek Caney e Gina Cherulus, em Nova York)
((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447765))
REUTERS TR


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