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SÃO PAULO, 2 Mai (Reuters) – As condições impostas pelos
Estados Unidos para as exportações brasileiras de aço ao país
devem fazer o volume vendido ao mercado norte-americano cair 20
por cento neste ano, segundo números divulgados nesta
quarta-feira pela associação que representa as siderúrgicas do
Brasil, IABr.
O setor decidiu aceitar a alternativa de "hard quota"
apresentada pelos EUA para que suas exportações não sofram
incidência de uma sobretaxa de 25 por cento.
O sistema, que segundo o IABr não é previsto no sistema de
regras da Organização Mundial de Comércio (OMC), define um
limite de volume de vendas de aço pelo Brasil aos EUA, com base
em uma média de exportações de anos anteriores.
"Em linhas gerais estamos falando em (quota de aços)
semiacabados de 3,5 milhões de toneladas e para acabados… 496
mil toneladas", disse o presidente-executivo do IABr, Marco Polo
de Mello Lopes, em teleconferência com jornalistas. Ele se
referiu à projeção de exportações do Brasil para os EUA em 2018,
considerando as quotas e o volume que já está bloqueado por
medidas antidumping norte-americanas tomadas anos atrás. Em
2017, o setor afirma que as exportações de aço para os EUA
somaram cerca de 5 milhões de toneladas.

(Por Alberto Alerigi Jr., edição Flavia Bohone)
(([email protected]; 5511-5644-7753; Reuters
Messaging: [email protected]))

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