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WASHINGTON, 13 Mar (Reuters) – O presidente dos Estados
Unidos, Donald Trump, sinalizou nesta terça-feira que o
comentarista conservador Larry Kudlow é o favorito para se
tornar o principal conselheiro econômico da Casa Branca, mas
disse também estar conversando com outros candidatos.
Kudlow, de 70 anos, amigo de longa data de Trump e apoiador
precoce de sua campanha presidencial de 2016, preencheria a vaga
criada no Conselho Econômico Nacional pela renúncia de Gary
Cohn, banqueiro veterano de Wall Street.
Cohn anunciou sua saída como diretor do conselho na semana
passada, um gesto provocado pela decisão de Trump de impor
tarifas às importações de aço e alumínio.
Kudlow discordou publicamente das tarifas –que prejudicam o
Brasil, entre outros países–, mas Trump disse que ele "voltou
atrás" e passou a vê-las como uma ferramenta útil para se
renegociar acordos comerciais.
"Não concordamos em tudo, mas neste caso acho que isso é
bom. Quero ter uma opinião divergente. Concordamos em quase
tudo", disse Trump.
"Acho que Larry tem uma ótima chance", afirmou ele aos
repórteres.
Kudlow foi conselheiro econômico do falecido presidente
republicano Ronald Reagan e passou algum tempo em Wall Street
antes de se tornar uma figura conhecida na TV a cabo.
Chris Liddell, funcionário da Casa Branca que foi executivo
da Microsoft e da General Motors, também está sendo cogitado
para a vaga, disse uma autoridade da Casa Branca no domingo.
Peter Navarro, assessor comercial de Trump que defendeu as
tarifas sobre o aço e o alumínio, também vem sendo visto como um
candidato ao principal cargo da área econômica, mas disse não
estar no páreo.
(Por Roberta Rampton)
((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447702))
REUTERS AC
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