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WASHINGTON, 14 Fev (Reuters) – O presidente dos Estados
Unidos, Donald Trump, disse terça-feira que considerava uma
série de opções, incluindo tarifas e cotas, para lidar com
importações de aço e alumínio que, segundo ele, estariam
prejudicando de forma injusta os produtores norte-americanos.
As declarações de Trump, em seu maior sinal em meses de que
vai tomar pelo menos alguma medida para restringir importações
dos dois metais, foram feitas em uma reunião com um grupo
bipartidário de senadores e deputados dos EUA na Casa Branca.
Jornalistas participaram em parte da reunião.
Alguns dos congressistas pediram que o presidente agisse de
forma decisiva para salvar as usinas de aço e alumínio de seus
Estados, enquanto outros pediram cautela porque preços mais
altos prejudicariam produtores que consomem aço e alumínio.
Trump está avaliando as opções apresentadas no mês passado
pelo Departamento de Comércio dos EUA, paralelamente às
investigações "Section 232" sobre se as restrições a importações
sobre aço e alumínio são necessárias para proteger a segurança
nacional.
"O que nós estamos falando é sobre tarifas e/ou cotas",
disse Trump ao grupo.
"Parte das opções seria a inclusão de tarifas. Conforme eles
pratiquem dumping no aço, eles pagam tarifas, tarifas
substanciais, o que significa que os Estados Unidos ganhariam
muito dinheiro."
Trump disse que as indústrias de aço e alumínio estavam
sendo "dizimadas pelo dumping" e falou sobre as usinas vazias de
aço que viu durante a campanha em 2016.
"Eu olho para isso de duas formas: eu quero manter os preços
baixos, mas eu também quero ter certeza que nós tenhamos uma
indústria de aço e uma indústria de alumínio e nós precisamos
mesmo disso para a defesa nacional", disse Trump.
As ações de siderúrgicas nos EUA subiram amplamente após as
declarações, com o índice S&P 1500 de aço fechando
em alta de 1,1 por cento.
Trump agora tem até aproximadamente 11 de abril para decidir
se impõe tarifas sobre importação de aço e até 20 de abril para
decidir sobre restrições para o alumínio.
(Por Roberta Rampton, Makini Brice, Susan Heavey e David
Lawder)
((Tradução Redação São Paulo, 5511 5644-7727))
REUTERS FB RBS


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