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CHICAGO, 7 Mai (Reuters) – Os contratos futuros da soja
negociados em Chicago caíram para uma mínima de um mês nesta
segunda-feira, conforme o farelo de soja tropeçava pela quarta
sessão consecutiva, pressionado por liquidação de comprados e
menos receios sobre escassez do produto da Argentina, disseram
analistas.
O trigo declinou em boa parte por movimentações técnicas,
com operadores realizando lucros após as máximas de múltiplos
meses de semana passada. O milho seguiu a tendência baixista já
que o tempo para as plantações dos Estados Unidos melhorou.
O contrato julho da soja encerrou em baixa de 25,25
centavos de dólar, a 10,115 dólares o bushel, depois de tocar
10,1075 dólares, a mínima do contrato desde 4 de abril. O farelo
de soja para julho caiu 11,20 dólares, a 382,50 dólares
por tonelada curta, recuando ainda mais da máxima do contrato de
2 de maio, de 406,50 dólares.
O contrato julho do trigo fechou em queda de 14,75
centavos de dólar, ou 2,8 por cento, para 5,115 dólares o
bushel, e o milho para julho perdeu 5,50 centavos de
dólar, a 4,0075 dólares o bushel.
Enquanto isso, os preços da soja no físico amenizaram no
Brasil, uma indicação de que o mercado contabilizou as perdas
das safra da Argentina, atingida por uma seca, que é a maior
exportadora de farelo de soja.
A consultora brasileira AgRural aumentou suas estimativas
para a safra de soja do Brasil em 2017/18 para uma máxima
histórica de 119,2 milhões de toneladas, acima dos 119 milhões
previstos em abril.
(Por Julie Ingwersen)
((Tradução Redação São Paulo, +5511 5644 7721))
REUTERS IM RS


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