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CHICAGO, 13 Jun (Reuters) – Os contratos futuros da soja
negociados na Bolsa de Chicago caíram para mínimas em 9 meses e
meio nesta quarta-feira, depois que notícias renovaram os
temores de que a China poderia retaliar a oleaginosa dos Estados
Unidos com tarifas se Washington seguir com as ameaças de taxar
produtos chineses, disseram operadores e analistas.
Os futuros do trigo também tiveram queda acentuada, recuando
3,2 por cento, por uma rodada de realização de lucros depois de
subir 3,9 por cento na terça-feira. O milho terminou no negativo
por fraqueza nos mercados de soja e trigo.
O presidente dos EUA, Donald Trump "deve impor tarifas sobre
os produtos chineses logo na sexta-feira ou na semana que vem",
de acordo com uma reportagem publicada no fim de terça-feira
pela agência de notícias Politico. A Reuters não conseguiu
confirmar imediatamente a notícia.
A reportagem impactou os mercados de grãos nesta
quarta-feira, com os futuros dos grãos sendo perturbados pelos
temores de uma guerra comercial entre as duas maiores economias
do mundo e pela piora nas relações entre os EUA e os
tradicionais aliados México, Canadá e União Europeia.
O contrato julho da soja teve queda de 18 centavos de
dólar, fechando a 9,36 dólares o bushel. O contrato mais ativo
atingiu sua mínima desde 31 de agosto durante a sessão.
O trigo de Chicago para julho encerrou em baixa de 18
centavos de dólar, a 5,165 dólares o bushel.
O contrato julho do milho caiu 1,5 centavo de dólar,
para 3,76 dólares o bushel.
(Por Mark Weinraub e Karl Plume; Reportagem adicional por
Julie Ingwersen, Gus Trompiz e Naveen Thukral)
((Tradução Redação São Paulo, +5511 5644 7721))
REUTERS IM JRG


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