Clicky

MetaTrader 728×90

A Petrobras se prepara para deixar de ser responsável pelo abastecimento de combustíveis no país, o que envolve a entrada de novos agentes na área de logística de dutos, terminais e navegação e abre espaço para uma nova onda de investimentos. Foi o que afirmou Antonio Rubens Rufino, presidente da Transpetro, subsidiária da companhia, ontem  (27), na Rio Oil & Gas. Segundo Rufino, a empresa poderá ser menor diante do seu plano de venda de ativos, mas buscará se tornar mais competitiva.

Com faturamento de R$ 9 bilhões em 2015, a Transpetro já está negociando com outros clientes para reforçar sua receita, hoje concentrada nos serviços prestados à controladora Petrobras. “Fizemos um reestruturação para captar novos negócios, sempre com o foco em seremos competitivos”, disse.

Tesouro Direto Taxa Zero 300×250

O presidente do Conselho Consultivo do Sindicom, Leonardo Gadotti Filho, afirmou que o segmento de distribuição está se preparando para o desafio de ampliar a infraestrutura e realizar investimentos, mas é necessário antes ajustar regras e questões tributárias.

E&P

Também na Rio Oil & Gas, em outro painel, o gerente executivo da Petrobras para o projeto de Libra, Fernando Borges, afirmou que a produção de petróleo em Libra deve começar pela área noroeste da jazida, onde o primeiro sistema definitivo de produção deve entrar em operação em 2020. Ao todo, serão quatro sistemas na área e, segundo ele, a expectativa é de que seja um a cada ano. Esse primeiro sistema terá capacidade para 180 mil barris por dia.

Entre as ações consideradas urgentes para viabilidade do projeto estão a maximização da redução de custos e redução do conteúdo local, considerado muito alto.

Segundo ele, o compromisso contratual de compra de equipamento nacional é uma ameaça ao desenvolvimento do projeto, afirmando que a estatal já deu início a um novo processo de contratação de FPSA do projeto piloto de Libra, com “requisitos de conteúdo local menores”.


Assuntos desta notícia