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Para incentivar a retomada do crédito imobiliário no País, o Santander reduziu os juros anuais de seu financiamento ao setor. A partir de hoje da última sexta-feira (07), clientes do Banco terão acesso ao crédito imobiliário a taxas de um dígito porcentual. Os novos juros vigorarão por dois meses, com possibilidade de prorrogação de prazo.

O corte das taxas faz parte da estratégia de protagonismo do Banco no mercado imobiliário. Ainda neste mês, o Santander lançará uma plataforma digital que mudará a forma de contratar crédito imobiliário no Brasil. O cliente contará com a facilidade de contratar o financiamento em qualquer canal digital (mobile e internet banking), menores prazos no processo e acompanhamento do seu contrato, entre outras novidades.

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“Queremos ser os promotores da virada do mercado de crédito imobiliário neste segundo semestre” afirma Gilberto Abreu, diretor executivo de Negócios Imobiliários e Investimentos. “O banco aproveitou o período de retração do segmento e se antecipou para se posicionar de forma mais competitiva, com pioneirismo.”

Para ter acesso aos novos juros, é necessário ser cliente pessoa física Santander com relacionamento e optar pelo pagamento do empréstimo em parcelas atualizáveis (SAC). Pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), a taxa passa a ser de 9,49% ao ano e para Carteira Hipotecária (CH), 9,99% a.a.

Nestas condições, o Banco financia imóveis usados com valores de R$ 90 mil a R$ 950 mil (DF, MG, RJ e SP, pelo SFH) e acima de R$ 950 mil (DF, MG, RJ e SP, pela CH). Já em demais Estados, o valor de imóvel usado é de até R$ 800 mil. Para imóveis novos (com até 180 dias de habite-se ou com prazo superior a 180 dias, desde que não tenha sido habitado ou alienado), o limite para uso do FGTS é de até R$ 1,5 milhão, independente do Estado.

Para os demais clientes e formas de contratações, os juros seguirão entre 11,0% na SFH e 12,00% na CH (residencial). Para imóveis comerciais a taxa se mantém em 13% a.a. É possível contratar o financiamento imobiliário a partir de R$ 60 mil, com opções de sistema de amortização em parcelas atualizáveis (SAC) ou parcelas fixas (tabela price); prazo máximo de até 35 anos. A renda mínima necessária é de R$ 2,5 mil (composta) e o comprometimento dela com o financiamento deverá ficar entre 30% e 35% (pode variar de acordo com a análise de crédito).

 


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