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O preço nominal médio do metro quadrado (m²) para venda no Brasil atingiu o valor de R$ 4.833 no segundo trimestre de 2017, desvalorização nominal de 1,0% em comparação com o mesmo período de 2016 (R$ 4.881). Em relação ao primeiro trimestre deste ano (R$ 4.800), houve valorização de 0,7%. O levantamento foi realizado pelo VivaReal e apresentado hoje.

O DMI-VivaReal (Dados do Mercado Imobiliário) contempla uma amostra de 30 cidades em diferentes regiões do País e considera mais de 2 milhões de imóveis usados disponíveis para compra ou aluguel.

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Entre as cidades analisadas, o DMI-VivaReal analisa as valorizações e desvalorizações no preço nominal médio do m² para venda. No segundo trimestre de 2017, em comparação ao mesmo período do ano anterior, 24 cidades registraram alta no preço médio do imóvel e outras seis (São Bernardo do Campo, Santos, São Paulo, Niterói, Natal e Brasília) sofreram queda.

O Índice DMI-VivaReal também listou as principais cidades brasileiras que estão com os valores de venda acima da média nacional (R$ 4.833/m²). Brasília lidera a lista ao atingir R$ 7.857/m², seguida por Rio de Janeiro (R$ 7.222/m²), São Paulo (R$ 6.857/m²), Recife (R$ 6.213/m²), Vitória (R$ 5.727/m²), Florianópolis (R$ 5.220/m²), Salvador (R$ 5.175/m²), Porto Alegre (R$ 5.112/m²), Santos (R$ 5.000/m²), Curitiba (R$ 4.841/m²) e Campinas (R$ 4834/m²). As cidades com valores abaixo da média nacional são: Fortaleza (R$ 4.702/m²), Belo Horizonte (R$ 4.600/m²), Goiânia (R$ 4.361/m²), Ribeirão Preto (R$ 3.801/m²) e Natal (R$ 3.710/m²).

Há grande procura por imóveis de até R$ 170 mil e pouca oferta

O DMI-VivaReal também acompanha a demanda de venda por imóveis. Em faixa de preço, 39% das pessoas procuram por imóveis de R$ 171 a R$ 350 mil e a oferta desses imóveis é de 28% no segundo trimestre deste ano. Os imóveis de até R$ 170 mil representaram 22% das procuras dos consumidores e a oferta relativa é de 5%. Apesar da demanda por imóveis acima de R$1 milhão ser de 8%, a oferta é de 19%.

No mesmo período, 50% dos consumidores procuram por imóveis de 51 a 100m², e a oferta relativa para esse tipo de moradia é de 42%. Já as residências entre 101 e 150m² representam 19% da oferta relativa e 17% dos consumidores buscam por essa metragem. No que diz respeito ao número de dormitórios, 44% procuram imóveis de 2 dormitórios e 40% desejam três quartos, enquanto a oferta relativa é de 35% e 43%, respectivamente.


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