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O IBGE divulgou na manhã desta quarta-feira o resultado das vendas do varejo nacional. Em maio de 2017, o comércio varejista nacional registrou variação de -0,1% no volume de vendas em relação ao mês imediatamente anterior, na série ajustada sazonalmente. Para essa mesma comparação, a receita nominal mostrou variação de 0,2%. Ainda na série com ajuste sazonal, o índice de média móvel trimestral voltou a sinalizar estabilidade tanto para volume de vendas (-0,1%), quanto para receita nominal (0,0%).

No confronto com igual mês do ano anterior, na série sem ajuste sazonal, o volume de vendas apontou crescimento de 2,4%, segunda taxa positiva consecutiva no ano. Com isso, o índice de volume do varejo acumulou recuo de 0,8% nos cinco primeiros meses do ano. O indicador acumulado nos últimos doze meses, com queda de 3,6% em maio de 2017, permaneceu sinalizando redução no ritmo de queda iniciado em outubro de 2016 (-6,8%). Para as mesmas comparações, a receita nominal de vendas apresentou variação de 3,1%, 1,8% e de 3,5%, respectivamente.

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O comércio varejista ampliado, que inclui além do varejo as atividades de Veículos, motos, partes e peças e de Material de construção, registrou queda de 0,7% sobre o mês imediatamente anterior para o volume de vendas e de -1,2% para receita nominal, na série com ajuste sazonal. Em relação a maio de 2016, o varejo ampliado mostrou crescimento de 4,5% tanto para o volume de vendas, quanto para receita nominal de vendas. No que tange aos resultados acumulados, as taxas foram de -0,6% no ano e de -5,2% nos últimos 12 meses, para o volume de vendas, e de 1,1% e 0,2% para a receita nominal, respectivamente.

Quatro atividades registram taxas negativas no comércio varejista

No decréscimo de 0,1% no volume de vendas do comércio varejista na passagem de abril para maio de 2017, na série com ajuste sazonal, quatro atividades registraram taxas negativas, com destaque para Tecidos, vestuário e calçados (-7,8%); Livros, jornais, revistas e papelaria (-4,5%); Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-2,8%); e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,1%). Por outro lado, entre os quatro setores que ampliaram as vendas nesse mês, os desempenhos de maior importância para a média global foram registrados em Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,4%); seguido por Móveis e eletrodomésticos (1,2%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,9%); e Combustíveis e lubrificantes (0,6%).

O comércio varejista ampliado, ainda na série ajustada sazonalmente, mostrou variação negativa para o volume de vendas entre abril e maio de 2017 (-0,7%). Veículos e motos, partes e peças, após relativa estabilidade (-0,1%), avançou 1,2% frente a abril, enquanto em Material de construção, o crescimento foi de 1,9% para essa mesma comparação, compensando a maior parte do recuo de 2,0% registrado no mês anterior.

Em maio de 2017, o comércio varejista nacional registrou variação de -0,1% no volume de vendas em relação ao mês imediatamente anterior, na série ajustada sazonalmente. Para essa mesma comparação, a receita nominal mostrou variação de 0,2%. Ainda na série com ajuste sazonal, o índice de média móvel trimestral voltou a sinalizar estabilidade tanto para volume de vendas (-0,1%), quanto para receita nominal (0,0%).

No confronto com igual mês do ano anterior, na série sem ajuste sazonal, o volume de vendas apontou crescimento de 2,4%, segunda taxa positiva consecutiva no ano. Com isso, o índice de volume do varejo acumulou recuo de 0,8% nos cinco primeiros meses do ano. O indicador acumulado nos últimos doze meses, com queda de 3,6% em maio de 2017, permaneceu sinalizando redução no ritmo de queda iniciado em outubro de 2016 (-6,8%). Para as mesmas comparações, a receita nominal de vendas apresentou variação de 3,1%, 1,8% e de 3,5%, respectivamente .

O comércio varejista ampliado, que inclui além do varejo as atividades de Veículos, motos, partes e peças e de Material de construção, registrou queda de 0,7% sobre o mês imediatamente anterior para o volume de vendas e de -1,2% para receita nominal, na série com ajuste sazonal. Em relação a maio de 2016, o varejo ampliado mostrou crescimento de 4,5% tanto para o volume de vendas, quanto para receita nominal de vendas. No que tange aos resultados acumulados, as taxas foram de -0,6% no ano e de -5,2% nos últimos 12 meses, para o volume de vendas, e de 1,1% e 0,2% para a receita nominal, respectivamente.

No decréscimo de 0,1% no volume de vendas do comércio varejista na passagem de abril para maio de 2017, na série com ajuste sazonal, quatro atividades registraram taxas negativas, com destaque para Tecidos, vestuário e calçados (-7,8%); Livros, jornais, revistas e papelaria (-4,5%); Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-2,8%); e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,1%). Por outro lado, entre os quatro setores que ampliaram as vendas nesse mês, os desempenhos de maior importância para a média global foram registrados em Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,4%); seguido por Móveis e eletrodomésticos (1,2%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,9%); e Combustíveis e lubrificantes (0,6%).

Dia das mães influencia no aumento de vendas dos setores de móveis e eletrodomésticos e de tecidos, vestuário e calçados

O setor de Móveis e eletrodomésticos, com variação de 13,8% no volume de vendas em relação a maio do ano passado, registrou o principal impacto positivo na formação da taxa global do varejo (2,4%). No mês de comemoração do Dia das Mães, a dinâmica das vendas desse segmento, em maio de 2017, pode ser associada à redução da taxa de juros às pessoas físicas e a recomposição da massa de rendimentos reais habitualmente recebidos. As vendas desse segmento acumuladas no ano mostraram avanço de 4,6% e, no acumulado em 12 meses, a taxa ainda permanece no campo negativo (-4,7%).

O segmento de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo registrou volume de vendas estável frente a maio de 2016. Em termos de resultados acumulados, a atividade apresentou variação no ano de -0,9% e nos últimos 12 meses de -2,0%.

O segmento de Combustíveis e lubrificantes apresentou recuo de 0,9% no volume de vendas em relação a maio de 2016, pressionando negativamente à taxa global do varejo. No acumulado no ano a variação foi de -4,3%, enquanto que nos últimos 12 mês foi de -7,0%.

Em relação ao comércio varejista ampliado, 22 das 27 Unidades da Federação registraram resultados positivos, em termos de volume de vendas, na comparação com maio de 2016, destacando-se, com as taxas mais elevadas, Espírito Santo (14,9%) e Amazonas (13,7%). Quanto às maiores participações positivas na composição da taxa do comércio varejista ampliado, figuram São Paulo (2,9%); Rio Grande do Sul (12,3%); Santa Catarina (12,9%); e Rio de Janeiro (5,9%).


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