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Mesmo com os desafios enfrentados em 2016, o Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre encerrou o período com R$ 15,8 bilhões em prêmios emitidos e lucro líquido de R$ 2 bilhões.

O resultado sofreu uma retração de 7,8 % em relação a 2015, principalmente pelo incremento da sinistralidade nas carteiras de automóvel e transporte e pelo decréscimo das vendas do prestamista e automóvel.

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O excelente desempenho fica por conta dos negócios no segmento agrícola, que atualmente representa 17,3% de todos os negócios do Grupo.

O índice combinado do Grupo Segurador foi de 88,7%, 0,9 ponto percentual acima do observado em 2015. As despesas administrativas foram de 8,0%, 0,3 ponto percentual melhor em relação a 2015.

Mesmo com o desempenho um pouco abaixo ao observado em 2015, o Grupo Segurador encontra-se como uma das empresas do setor com melhor taxa de retorno sobre o patrimônio, de 36,5% (41,4% em 2015).

“Apesar do cenário econômico, mantivemos os níveis de rentabilidade e taxa de retorno superiores à média do mercado”, explica Luis Gutierrez, presidente do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre nas áreas de Auto, Seguros Gerais e Affinities.

“Acreditamos na retomada do crescimento de vendas em 2017, a partir da recuperação gradual dos indicadores econômicos. Nesse sentido, focaremos nossa atuação na melhoria da relação com clientes e distribuidores, por meio da inovação e do uso intensivo da tecnologia digital, além de promover a revisão de nossos processos e a otimização de custos operacionais e administrativos”, afirma Roberto Barroso, presidente do Grupo Segurador do BB e Mapfre nass áreas de Vida, Rural e Habitacional.

Performance das Carteiras

No balanço consolidado de 2016, o Grupo encerrou o ano com participação e liderança em Danos (20,1% de mercado), e vice-liderança em Seguro de Vida e Automóveis (17,0% e 12,6% de participação, respectivamente).

Em Agronegócios e Habitacional, o crescimento foi de 12,2%, garantindo a liderança da empresa e superando os objetivos de volume de negócio e resultados previstos para o ano.

A carteira de Grandes Riscos (que contempla principalmente os negócios de transportes, riscos patrimoniais, dentre outros), com 16,0% de participação, o destaque foi a boa performance dos seguros patrimoniais.

Para reverter o desempenho dos seguros prestamistas, afetados pela retração na concessão de crédito, em Vida, o Grupo Segurador direcionou esforços para as vendas de seguros tradicionais, que registraram crescimento de 15% (o dobro da média de mercado), mantendo os resultados conquistados no ano anterior.

Em decorrência da retração na indústria automobilística e das dificuldades do cenário macroeconômico, a companhia encerrou o ano com participação de mercado de 12,6%, mantendo a segunda posição no ranking nacional, com decréscimo de 16,4% no segmento de Automóveis.

Três novos produtos de Vida no Internet Banking foram criados com base nos conceitos de usabilidade, além do lançamento dos aplicativos institucionais das marcas Banco do Brasil Seguros e Mapfre Seguros e do produto de Automóvel (Sinistro e Assistência), com mais de 96 mil usuários e 7,5 mil serviços realizados no ano via app.

Os investimentos promovidos em tecnologia da informação e infraestrutura totalizaram R$ 194,8 milhões no ano. O montante englobou não apenas a criação de aplicativos, mas o desenvolvimento de campanhas para captação e fechamento de negócios no ambiente digital e estudos de adoção de novas tecnologias, como computação cognitiva e novas plataformas web e mobile com foco em autosserviço e apoio a vendas.


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