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O big data – volume de dados estruturados e não-estruturados, que impactam no dia-a-dia dos negócios – é uma das tendências tecnológicas com mais expectativas de expansão. Segundo projeção da Frost & Sullivan, o mercado de big data e analytics movimentou US$ 2,48 bilhões em 2016 na América Latina e o Brasil possui 46,8% de participação.

Amplamente utilizado em campanhas políticas e abordado em séries de TV do gênero sci-fi, o big data possui alto potencial de análise que permite conhecer profundamente o usuário. De acordo com pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, é possível prever a orientação sexual, origem étnica, opinião política e religiosa, nível de inteligência e etc de uma pessoa com a análise de 100 curtidas nas redes sociais. Com 150 curtidas é possível conhecer a personalidade do usuário melhor do que o companheiro e em 250 curtidas, o algoritmo compreende a personalidade do usuário melhor do que ele próprio.

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Diante das possibilidades dessa tendência, Gastão Mattos, CEO da Braspag, empresa do grupo Cielo e líder em soluções de meios de pagamento para e-commerce na América Latina, aponta 5 maneiras de aproveitar o big data para vender mais no comércio eletrônico.

Tempo real: utilize tecnologias que possam avaliar a situação das compras em tempo real e que estejam integradas com soluções que permitam ação imediata para solucionar possíveis problemas e converter em vendas. Por exemplo: identificar motivos de abandono do carrinho de compras e oferecer alternativas para que a compra seja concretizada. Se uma determinada bandeira de cartão de crédito ou banco é negada por problemas sistêmicos ou ausência de limite é possível apresentar ao consumidor outras formas de pagamento, fazendo com que a compra seja concluída.

Objetividade: ofereça ao cliente o que ele deseja. Através do cruzamento de dados é possível descobrir esta informação antes mesmo que o consumidor saiba. A reunião de tecnologias que além do perfil de compra, tal como: tipos de produtos, frequência de compra, formas de pagamento preferidas e etc, também envolvam dados qualitativos como: comentários e curtidas nas redes sociais é ainda mais eficiente.

Conheça o concorrente: ter uma visão geral do mercado e separada por segmento é crucial na hora de apresentar ofertas diferenciadas. Ao saber qual segmento é mais vendido ou mais procurado, por exemplo, é possível criar ofertas personalizadas por setor e ampliar o número de vendas.

Acompanhamento diário: quanto maior o acompanhamento, maior as chances de fazer uma análise altamente qualificada que permita ampliar o número de estratégias de acordo com cada perfil de público.

Precisão dos dados: não adianta possuir uma série de dados imprecisos, desatualizados ou com possibilidade de análise insatisfatória. Uma das características do big data é o grande número de dados, mas a precisão também é um dos seus principais desafios. Utilize soluções que garantam esta precisão para ampliar a possibilidade de êxito nas ofertas.


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