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Em outubro, os financiamentos de veículos novos e usados somaram 450.237 unidades, aumento de 20,3% em relação ao mesmo mês do ano passado. Os dados consideram automóveis leves, motos e pesados. A alta foi o maior crescimento verificado desde 2010, quando a série histórica teve início. Os dados foram apresentados hoje pela B3.

“Os resultados continuam mostrando sinais de recuperação do setor”, disse Marcus Lavorato, superintendente de Relações Institucionais da B3.

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O volume de financiamentos de automóveis leves avançou 22,5% em outubro, na comparação com o mesmo período de 2016, e atingiu 373.352 unidades negociadas. Desse total, foram financiados 105.774 autos leves novos, alta de 27,5%, em relação a outubro de 2016 – maior crescimento percentual do ano. Seguindo o mesmo desempenho de alta, os autos leves usados cresceram 20,6%, na mesma base de comparação, e totalizaram 267.578 unidades financiadas.

No acumulado do ano até outubro, as vendas financiadas de automóveis leves avançaram 12,3%, na comparação com o mesmo período de 2016, somando 3.413.353 unidades. Desse total, 922.360 foram de novos e 2.490.993 de usados.

No mês, o maior aumento foi verificado nos financiamentos de autos leves de nove a 12 anos, que cresceram 50,6% em relação a outubro do ano passado. Em seguida, aparecem os autos leves com mais de 12 anos de uso, que avançaram 36%, e aqueles com quatro a oito anos de uso, com aumento de 24,6%, na mesma base de comparação.

Considerando as modalidades de financiamento, o CDC continua sendo a mais utilizada pelos consumidores, com 383.364 veículos financiados em outubro, alta de 25% na comparação com o mesmo mês do ano passado. O consórcio reduziu no mês, com 58.045 unidades, queda de 1,0%, na mesma base de comparação.

Em outubro, o prazo médio de financiamento de autos leves novos aumentou de 36,9 para 37,1 meses, em relação ao mesmo período de 2016. Já o prazo para carros com nove a 12 anos de uso caiu de 41,5 para 41,3 meses, na mesma base de comparação.

O levantamento é da B3, empresa resultante da combinação de atividades da BM&FBOVESPA, uma das maiores bolsas do mundo em valor de mercado, e a Cetip, maior depositária de títulos privados da América Latina. A B3 opera o Sistema Nacional de Gravames (SNG), base privada de informações que reúne o cadastro das restrições financeiras de veículos dados como garantia em operações de crédito em todo o Brasil. O SNG impede que o processo de financiamento de veículos seja suscetível a fraudes sistêmicas.


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