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Conforme o Markit Economics, a recessão no setor de serviços do Brasil não mostrou sinais de melhora em agosto, com a atividade de negócios e o volume de novos trabalhos recebidos diminuindo por taxas acentuadas e aceleradas. Os dados também indicaram reduções persistentes na quantidade de funcionários e de negócios pendentes. A competição forte foi um fator determinante por trás da redução adicional dos preços dos produtos, que ocorreu apesar de um aumento acentuado adicional nas cargas de custos. Os levantamento foi mostrado hoje.

Ao registrar 42,7 em agosto, o Índice de Atividade de Negócios, sazonalmente ajustado, se mostrou consistente com uma queda acentuada no volume de produção do setor de serviços. A leitura ficou abaixo do valor de 45,6 observado em julho, indicando, assim, um ritmo mais rápido de contração. Cinco das seis categorias monitoradas pela pesquisa observaram uma redução na atividade, a exceção sendo a de Intermediação Financeira.
Uma contração mais branda no volume de produção industrial foi insuficiente para compensar a queda acelerada na atividade de serviços e, portanto, a produção do setor privado diminuiu por um ritmo mais rápido.

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O Índice Consolidado de dados de Produção Markit – Brasil caiu de 46,4 em julho para 44,4 em agosto, indicando uma queda aguda na atividade do setor privado como um todo.

O volume de novos negócios nas empresas de serviços diminuiu pelo décimo oitavo mês consecutivo em agosto. A redução mais recente foi acentuada e mais acelerada do que a de julho. As condições econômicas frágeis e a incerteza política foram amplamente citadas pelos entrevistados da pesquisa como fatores cruciais por trás da queda nos novos trabalhos. Uma tendência semelhante foi observada no setor industrial, onde os registros de pedidos se contraíram por um ritmo acentuado e acelerado.

O nível de empregos caiu acentuadamente nos dois setores em agosto, refletindo as tendências observadas para o volume de novos negócios. As perdas de empregos junto aos produtores de mercadorias foram mais pronunciadas do que no setor de serviços. As evidências vincularam os cortes de empregos às dificuldades de fluxo de caixa e às iniciativas de redução de custo.


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