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(Repete matéria publicada na segunda-feira)
BRASÍLIA, 29 Jan (Reuters) – O presidente do Banco Central,
Ilan Goldfajn, disse nesta segunda-feira que a frustração de
expectativas sobre as reformas e ajustes na economia, além da
reversão do atual cenário externo, podem elevar a trajetória da
inflação no horizonte relevante para a política monetária.
Em palestra no Centro de Debate de Políticas Públicas
(CDPP), em São Paulo, Ilan disse ainda que a perspectiva para
2018 é de crescimento moderado da economia com inflação em
direção às metas, mas ressaltou que "há riscos".
Em apresentação disponibilizada no site do BC, Ilan citou a
reforma da Previdência em particular como uma das medidas
fundamentais para o equilíbrio da economia, "com consequências
favoráveis para a desinflação, para a queda da taxa de juros
estruturais e para a recuperação sustentável da economia
brasileira".
A votação da Proposta de Emenda à Constituição que altera as
regras para a aposentadoria está marcada para o dia 19 de
fevereiro na Câmara dos Deputados, mas o governo ainda luta para
mobilizar a base e garantir os 308 votos suficientes para
aprovação da impopular matéria.
Antes dessa definição, o Comitê de Política Monetária do BC
se reunirá em 7 de fevereiro para definir a taxa básica de
juros, sendo que a expectativa majoritária do mercado é de corte
de 0,25 ponto na Selic, que está hoje na mínima histórica de 7
por cento ao ano.
Para março, parte do mercado aposta em novo corte de 0,25
ponto nos juros, incluindo o Top-5, grupo de economistas que
mais acertam as projeções dentro da pesquisa semanal Focus. As
apostas da maioria, contudo, ainda são de manutenção dos juros
no mesmo nível acertado em fevereiro.

(Por Marcela Ayres; Edição de Iuri Dantas)
(([email protected]; 5561-3426-7021; Reuters
Messaging: [email protected]))

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