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PARIS, 15 Set (Reuters) – A Renault-Nissan
definiu meta de dobrar economias de custo para 10
bilhões de euros até 2022 apoiada em parte em uma cooperação
mais próxima com a Mitsubishi Motors , mas deixou em
aberto as principais questões sobre a aliança de montadoras de
veículos.
O presidente da aliança franco-nipônica, Carlos Ghosn,
afirmou que o grupo vai intensificar o ritmo de integração
depois que a Nissan assumiu uma participação majoritária na
Mitsubishi no ano passado. A parceria Renault-Nissan, de 18
anos, só apenas recentemente começou a lançar veículos com
arquiteturas comuns.
O volume combinado de vendas deve crescer para 14 milhões de
veículos em 2022, ante 10,5 milhões previstos para este ano, com
a receita aumentando em um terço, para 240 bilhões de dólares,
disse a aliança em uma coletiva de imprensa em Paris nesta
sexta-feira.
Mas investidores se decepcionaram com a falta de definição
do grupo sobre o processo de preparação para a sucessão de Ghosn
e de aceleração da integração.
"Não houve respostas de Ghosn sobre a possibilidade de uma
fusão em 2022", disse Philippe Houchois, analista da Jeffries.
Doze novos modelos totalmente elétricos do grupo estarão
rodando em 2022, com a Renault-Nissan procurando defender a
dianteira que conseguiu com a geração atual de carros movidos a
bateria liderados pelo Nissan Leaf e Renault Zoe.
Sob os planos atuais, a aliança busca aumentar as sinergias
– desde redução de custos e aumento de receita – para 5,5
bilhões de euros no próximo ano, ante 5 bilhões de euros
registrados em 2016.
(Por Laurence Frost e Gilles Guillaume; reportagem adicional
por Naomi Tajitsu)
((Tradução Redação São Paulo 56447764))
REUTERS NS AAJ


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