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BRASÍLIA, 14 Mar (Reuters) – O relator do acordo entre Itaú
Unibanco e a corretora XP Investimentos no Conselho
Administrativo de Defesa Econômica (Cade), conselheiro Paulo
Burnier, propôs nesta quarta-feira a aprovação da operação,
mediante condições que não envolvem a venda de ativos, mas
“remédios comportamentais”.
Entre as restrições está a limitação dos poderes de
influência do Itaú na XP, que já consta do acordo fechado pelas
empresas em maio passado. O acordo prevê a compra pelo Itaú de
49,9 por cento do capital votante da maior corretora de valores
independentes do país por 5,7 bilhões de reais.
Outra exigência que consta do voto do relator é a de que o
Itaú se comprometa a não discriminar plataformas concorrentes da
XP. Outro compromisso refere-se à não discriminação, pela XP, de
ofertantes de produtos de investimentos concorrentes do Itaú.
A decisão final do Cade, porém, ainda depende dos votos dos
demais conselheiros, que estão reunidos nesta quarta-feira.

(Por Leonardo Goy
Edição de Raquel Stenzel)
(([email protected]; +55 11 56447719; Reuters
Messaging: [email protected]))

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