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GENEBRA, 5 Dez (Reuters) – "Malas inteligentes" podem ser
capazes de recarregar telefones celulares ou ser facilmente
encontradas se extraviadas, mas, a menos que suas baterias
possam ser removidas, elas correm o risco de não serem admitidas
pelas companhias aéreas do mundo.
A Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) disse
que pode estabelecer alguns padrões para a indústria sobre a
nova bagagem, depois que algumas companhias aéreas
norte-americanas emitiram suas próprias restrições às malas
inteligentes, cujos fabricantes incluem empresas como BlueSmart,
Raden ou Away.
As chamadas "smart bags" têm rastreamento por GPS, podem
recarregar dispositivos eletrônicos, se auto pesam e podem ser
trancadas remotamente por telefones celulares, mas são
alimentados por baterias de íon de lítio, consideradas pelo
setor de aviação como de risco de pegar fogo, especialmente no
compartimento de cargas dos aviões.
"Nós esperamos que as orientações sejam emitidas
potencialmente esta semana", disse Nick Careen, vice-presidente
sênior de aeroporto, passageiro, carga e segurança da Iata, a
jornalistas em Genebra nesta terça-feira, quando perguntado
sobre as restrições impostas por algumas companhias aéreas.
As aéreas norte-americanas American Airlines , Delta
e Alaska Airlines disseram na semana passada
que, a partir de 15 de janeiro de 2018, exigiriam que as
baterias sejam removidas antes de permitir as malas a bordo.
Away e Raden dizem em seus sites que as baterias em suas
malas podem ser facilmente removidas.
Bluesmart, que diz que mais de 65 mil de suas malas estão
sendo usadas em todo o mundo, disse que suas baterias não podem
ser removidas, mas que seus produtos atendem a todos os
regulamentos e requisitos de segurança.
(Por Victoria Bryan)
((Tradução Redação São Paulo, +5511 5644 7719))
REUTERS RBS FB


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